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Doença comum em crianças e que afeta 1% da população mundial deverá ser protegida por lei no Brasil

Por Iara Alencar
02/03/2026
Doença comum em crianças e que afeta 1% da população mundial deverá ser protegida por lei no Brasil

Créditos: Unsplash

Segundo estudos de organizações de saúde, a Síndrome de Tourette (ST) vem acometendo aproximadamente 1% da população mundial, sendo mais comum entre crianças e meninos. Pensando em resguardar pessoas diagnosticadas com o distúrbio neurodesenvolvimental, uma lei vem tramitando no Senado para que a causa seja tratada com seriedade.

Caracterizada por tiques motores e vocais involuntários, a doença gera transtornos para as vítimas, já que não possuem controle das próprias ações. Nesse ínterim, o Projeto de Lei 4767/20, que ainda está em análise na Câmara dos Deputados, determina que indivíduos com Síndrome de Tourette sejam considerados pessoas com deficiência para todos os fins legais.

Créditos: Wilson Dias/Agência Brasil

De autoria do senador Nelsinho Trad (PSD-MG), o texto enfatiza a falta de compreensão por parte da sociedade sobre os motivos da doença. Em cenários adversos, é comum ver pessoas com a síndrome proferindo xingamentos descontroladamente, assim como ações (tiques) repetitivas involuntárias e rápidas. Todo esse cenário potencializa os julgamentos morais no Brasil e no mundo.

“Um resultado comum dessa estigmatização é que as pessoas com síndrome de Tourette acabem isoladas, desprezadas, envergonhadas, deprimidas e excluídas. É compreensível que algumas atitudes, repita-se, involuntárias das pessoas com síndrome de Tourette causem estranhamento, mas a educação, o tratamento e a acolhida dessas pessoas são a resposta que se espera de uma sociedade que pretenda ser livre de preconceitos e discriminações”, defendeu Trad.

O que deve acontecer no Brasil?

Embora a proposta tenha sido comemorada pelos diagnosticados e seus familiares, o texto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. No entanto, para que faça parte da legislação, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) por intermédio da Universidade Federal de Alagoas.

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