No dia 17 de fevereiro de 2026, um eclipse solar anular, popularmente conhecido como “Anel de Fogo”, ocorrerá, mas não será visível no Brasil. Esse fenômeno astronômico acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar.
Como resultado, uma borda luminosa fica visível ao redor da Lua, criando um efeito impressionante. Apesar da expectativa gerada pelo evento, muitos brasileiros lamentam que não terão a oportunidade de observar o eclipse diretamente.
A visibilidade do “Anel de Fogo” será restrita a áreas remotas, como a Antártida, o que gera frustração entre os entusiastas da astronomia. Em contraste, o eclipse solar de outubro de 2023 foi visível em várias partes do país, permitindo que mais pessoas apreciassem o fenômeno.

Entendendo o eclipse anular
O eclipse solar anular acontece quando a Lua, mais distante da Terra, não cobre totalmente o Sol, deixando visível um anel luminoso, ao contrário do eclipse total. A astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, explica que a sombra mais escura, onde a luz é totalmente bloqueada, é chamada de umbra, enquanto a penumbra é a área onde a luz solar é parcialmente bloqueada.
No caso do eclipse do dia 17 de fevereiro, a visualização será limitada, mas o evento ainda é aguardado com expectativa por aqueles que acompanham fenômenos astronômicos. Para os brasileiros interessados, a única maneira de acompanhar o eclipse será por meio de transmissões oficiais.
Essa alternativa, embora não substitua a experiência de ver o fenômeno ao vivo, permite que o público ainda possa se conectar com o evento e aprender mais sobre a astronomia.





