A disputa pelos direitos de transmissão da UEFA Champions League no Brasil ganhou um novo desfecho. A TNT Sports garantiu a renovação do contrato e seguirá com o torneio até 2031. O acordo passa a valer a partir da temporada 2027/2028.
Concorrência acirrada e investimento recorde
A negociação foi conduzida pela Relevant Sports, responsável por comercializar os direitos da competição. O processo contou com mais de uma rodada de propostas entre os interessados. A decisão final considerou aspectos financeiros e estratégicos.
Entre os concorrentes estavam a Globo e a CazéTV, que também apresentaram projetos robustos. Ambas buscavam ampliar presença no futebol internacional. No entanto, a proposta vencedora apresentou maior retorno e abrangência.
Fontes indicam que o valor pago superou contratos anteriores no país. Mesmo sem divulgação oficial, o montante reflete a disputa intensa pelo torneio. A Champions segue como um dos produtos esportivos mais valorizados do mercado.
Estratégia multiplataforma amplia alcance
O novo acordo prevê distribuição em diferentes plataformas de exibição. Jogos continuarão sendo transmitidos na TV por assinatura e no streaming da HBO Max. A diversificação busca alcançar públicos variados.
Uma das principais novidades envolve transmissões gratuitas em ambiente digital. Parte das partidas será exibida no YouTube, ampliando o acesso do público. A estratégia já será aplicada em outras competições antes da Champions.
Ao todo, dezenas de jogos por edição estarão disponíveis sem custo na plataforma. A maior concentração ocorrerá na fase inicial do torneio. Essa etapa reúne mais partidas e maior variedade de confrontos.

Futuro das transmissões e parcerias
Atualmente, existe um acordo de sublicenciamento com o SBT para exibição em TV aberta. Esse modelo permite que parte dos jogos alcance audiência ampla. A continuidade da parceria ainda será discutida.
A nova fase do contrato reforça a tendência de integração entre televisão e plataformas digitais. O consumo de esportes tem migrado para formatos mais flexíveis. Isso exige adaptações constantes das emissoras.





