Um novo entrave político tem sido desenhado nos últimos dias, com os Estados Unidos reunindo munição bélica para atacar outra nação. Segundo informações preliminares da NBC News, o Departamento de Defesa estadunidense está enviando uma carga adicional de armamentos, além de mais navios de guerra, sistemas de defesa aérea e submarinos, para o Oriente Médio em preparação ao ataque contra o Irã.
O ataque não foi autorizado pelo presidente Donald Trump, mas tem sido analisado cautelosamente após divergências de opiniões com o país oriental. A fim de forçar um consenso diplomático com o Irã, os Estados Unidos aumentaram o poderio militar. O mecanismo em questão visa antecipar ataques adversários não previstos.
Diante da possibilidade de uma nova guerra ser armada, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, conteve os ânimos ao revelar que as conversas recentes tiveram um “bom progresso”. No entanto, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, esclareceu que há detalhes que ainda não foram discutidos.
Estados Unidos podem ser atacados
Nesta quinta-feira (19), o governo iraniano emitiu um alerta nacional, expondo o alinhamento do plano para lançar foguetes no sul do país. A tensão ganhou novos contornos, tendo em vista a ausência de explicações sobre a motivação por detrás do protocolo. Contudo, as autoridades norte-americanas contornaram o percurso em decorrência de um futuro ataque.
Os norte-americanos, além de posicionarem os navios de guerra perto da costa iraniana, também estão pressionando o país cada vez mais para que um acordo seja assinado. Em resumo, o consenso tem o objetivo de limitar o programa nuclear iraniano. Porém, Teerã afirma que a ação tem fins pacíficos, mas o governo americano teme que a nação oriental tente desenvolver uma arma nuclear.





