Por muitos anos, o botijão de gás tornou-se um grande aliado dos amantes da culinária, especialmente por sua durabilidade no preparo das receitas. No entanto, uma nova tendência tomou conta do comércio brasileiro, prometendo deixar os bujões de GLP em segundo plano. Trata-se dos fogões por indução, que são fabricados para preparar alimentos por meio elétrico.
Embora os valores no mercado sejam elevados, a nova alternativa tem sido uma escolha mais assertiva, principalmente por dispensar chamas e reduzir os riscos associados a explosões. Para os menos familiarizados, o sucessor dos botijões e fogões convencionais costuma ser instalado como cooktop, destacando-se em cozinhas planejadas.
De forma prática, o eletrodoméstico por indução atua por meio de um campo eletromagnético que aquece diretamente o fundo da panela, sem a necessidade de combustão. Por consequência da alta tecnologia implantada, a presença de bujões é dispensada, já que a energia é realocada diretamente ao recipiente, diminuindo o aquecimento do entorno.
Prós e contras da troca dos itens
Conforme a avaliação de especialistas, a ausência de combustão diminui os riscos associados a vazamentos de gás, explosões e intoxicações. Por sua vez, isso não significa que os donos não precisam se atentar aos cuidados básicos. Isso porque as panelas são superaquecidas, o que torna as superfícies quentes e propícias a queimaduras mesmo após o uso.
Por se tratar de um aparelho elétrico, a conta de luz pode sofrer grande impacto ao final do mês, variando de acordo com o sistema de bandeiras tarifárias de cada região. Em contrapartida, é válido destacar que o eletrodoméstico exige a compra de panelas compatíveis com o fundo ferromagnético. Assim, utensílios de alumínio, vidro ou cerâmica, em geral, não funcionam nesse tipo de sistema.





