De acordo com os preceitos da tradição cristã e judaica, a maçã é considerada o “fruto proibido” devido à narrativa bíblica de Adão e Eva no Jardim do Éden. No entanto, para os nutricionistas, o alimento tem grande importância, especialmente para aquelas pessoas que desejam reduzir a glicose no sangue e eliminar inchaços corporais.
Comum em vários comércios brasileiros, o fruto é rico em fibras, antioxidantes e compostos anti-inflamatórios. Isso porque é tomada por quercetina, um antioxidante eficaz que auxilia a combater processos inflamatórios no organismo. Em outras palavras, ele contribui para reduzir danos nas articulações, intestino, pele e sistema cardiovascular.

Potencializando sua eficiência, o alimento ainda é preenchido por vitamina C e outros compostos fenólicos, que, juntos, fortalecem o sistema imunológico e protegem as células contra danos. Embora “proibida”, a fruta torna-se grande aliada dos diabéticos. Sobretudo, ao ser ingerida, estabiliza os níveis de açúcar no sangue, devido à fibra solúvel pectina, que desacelera a absorção de glicose após as refeições.
Para uma melhor compreensão, quando consumida, a fibra em questão desacelera a digestão e evita picos rápidos de açúcar no sangue. Por sua vez, o mecanismo é essencial, especialmente por garantir maior sensação de saciedade, liberar gradualmente a energia e apresentar menor oscilação glicêmica ao longo do dia. Assim, a maçã trabalha para garantir um metabolismo mais equilibrado e eficiente.
Benefícios para além da redução da glicose no sangue
A popularidade da maçã pode aumentar, principalmente após especialistas revelarem dicas preciosas para o consumo do alimento. Em resumo, a fruta contém um elevado teor de fibras, o que proporciona saciedade e diminui o apetite. Dessa forma, quando consumida em conjunto com as refeições noturnas, pode acelerar o processo de emagrecimento.
Além de ter baixo índice glicêmico, tende a entregar melhores noites de sono, garantindo o conforto e descanso noturno contínuo. Em contrapartida, um estudo publicado na “Food Chemistry”, em 2014, explicou que a fruta torna o ambiente mais alcalino no estômago, auxiliando na neutralização do ácido estomacal. Isso melhora os sintomas para quem sofre de refluxo gástrico.





