Conhecida nacionalmente como “Londres Brasileira” por ter sido planejada e colonizada por ingleses, Londrina, no Paraná, está prestes a receber um investimento de peso para a construção de um complexo tecnológico. Isso porque a Tata Consultancy Services (TCS), gigante indiana em serviços de TI, consultoria e negócios, confirmou a injeção de R$ 200 milhões na construção de um campus na cidade.
Estabelecida no município há sete anos, região em que fica o seu maior centro de operações em território brasileiro, o complexo deve ser concluído em 2027, com a perspectiva de gerar aproximadamente 1,6 mil empregos diretos. O campus servirá como um hub estratégico, apoiando clientes de diversos setores no país e na América Latina.

Entre várias cidades do Brasil, a escolha de Londrina não foi por acaso. Sobretudo, foram levadas em consideração questões como a infraestrutura energética estável e a mão de obra qualificada. Com a nova expansão da multinacional indiana, o município paranaense é projetado como um dos polos emergentes em termos de inovação tecnológica.
“Esse investimento é muito impactante e mostra a confiança da TCS na cidade de Londrina e no Estado do Paraná. É uma das maiores empresas de tecnologia do planeta instalando uma sede própria na nossa cidade, dando um salto gigantesco rumo a essa nova era do desenvolvimento tecnológico, da inovação e da agregação de valor em novos negócios e serviços”, disse o prefeito de Londrina, Tiago Amaral.
Projeções do novo complexo
Na prática, o novo empreendimento funcionará como um centro estratégico de colaboração e inovação, possibilitando a transformação dos negócios por meio de tecnologias como Inteligência Artificial (IA), cibersegurança, soluções ERP, entre outras. Por sua vez, o foco também será depositado em práticas de inclusão social, promovendo a diversidade, empregando um número significativo de mulheres e pessoas com deficiência.
“A TCS é uma empresa comprometida com o desenvolvimento da sociedade. Em Londrina, 37% dos empregados são mulheres e 6,5% são pessoas com deficiência. Temos diversos trabalhos sociais para incentivar os jovens a trabalhar com tecnologia, ciência, matemática, principalmente em grupos que talvez não pensassem em seguir essa carreira”, explicou o CEO da TCS no Brasil, Bruno Rocha.





