O alistamento no Brasil é obrigatório e exigido para todos os homens que completam 18 anos, funcionando como o primeiro passo para o serviço militar. No entanto, o governo peruano alterou as normas recentemente, decretando que os jovens a partir de 17 anos devem se alistar, sob pena de sofrerem penalidades caso não o façam antes da maioridade.
A princípio, a medida gerou grande debate entre a população, que discordou do posicionamento publicado no Decreto Supremo nº 018-2025-DE. Sobretudo, o texto atualizou o Regulamento da Lei do Serviço Militar, estabelecendo que todos os jovens que completam 17 anos devem se registrar no Cadastro Militar, podendo ser feito no Exército, na Força Aérea Peruana (FAP) ou na Marinha.

Em resumo, ficou decretado que todos os jovens que não realizarem o processo antes de completarem 18 anos serão enquadrados como “falha no registro”, o que pode acarretar o pagamento de uma multa. Por outro lado, existe ainda a possibilidade de os “infratores” escolherem cumprir o Serviço Militar Obrigatório para serem isentados da penalidade.
Mas, afinal, quais são as principais consequências assinadas pelo governo?
De acordo com o novo regimento, o processo tem a finalidade de facilitar a candidatura em função do serviço militar, não sendo necessário apresentar comprovante de matrícula no momento da convocação. Contudo, mesmo com a possibilidade, muitos jovens tendem a evitar o alistamento. Nesses casos, o governo evidenciou as consequências mais severas. Confira quais são:
- Uma multa equivalente a 5% da Unidade Tributária (UIT), que em 2026 será em torno de S/ 267–275;
- Alternativa à isenção de multa caso o Serviço Militar Aquartelado seja concluído dentro do prazo legal;
- O cadastro é gratuito, mas deve ser feito pessoalmente com a apresentação de um documento de identidade.





