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Grande mina de urânio capaz de produzir 400 toneladas por ano é descoberta em cidade brasileira

Por Iara Alencar
22/03/2026
Grande mina de urânio capaz de produzir 400 toneladas por ano é descoberta em cidade brasileira

Créditos: Marcelo Correia/INB

Embora o ouro seja um dos elementos mais cobiçados do mercado internacional, o urânio tornou-se dinâmico e essencial para a produção de energia nuclear. Diante desse cenário, uma descoberta em solo brasileiro foi bastante comemorada. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o município de Lagoa Real, na Bahia, é capaz de gerar aproximadamente 400 toneladas do metal pesado por ano.

Ainda que não consiga competir com outros países, o Brasil comporta uma das maiores reservas de urânio de todo o planeta. Para entender a importância da região baiana, os recursos estimados ultrapassam 99 mil toneladas, o que mantém o local entre os mais promissores para o setor energético. Além da importância para a energia nuclear, também é destaque por ser aplicado na medicina.

Créditos: Marcelo Correia/INB

Reconhecendo a dinâmica por detrás de Lagoa Real, o Serviço Geológico do Brasil (SGB) vem promovendo discussões com o intuito de aprimorar pesquisas sobre o mineral no país. De acordo com um levantamento assinado pela Associação Nuclear Mundial (WNA), o país sul-americano é o sétimo maior em relação às reservas do minério no mundo.

“Matéria-prima essencial para a produção de energia nuclear e por ter aplicações nas áreas de pesquisa científica, saúde, exportação e desenvolvimento tecnológico. O país possui uma das maiores reservas mundiais do mineral, o que pode nos levar à autossuficiência e até a um patamar de exportador de insumos e do combustível nuclear”, destacou o diretor de Administração e Finanças do SGB, Cassiano Alves.

Apesar de eficiente, o urânio preocupa

Devido ao seu alto poder energético, o elemento é essencial para a matriz elétrica de muitos países. Isso porque é amplamente injetado em ações militares, já que uma pequena quantidade é capaz de substituir toneladas de carvão. Porém, por apresentar toxicidade química como metal pesado, pode causar complicações à saúde, especialmente ao ser inalado ou ingerido.

A nível de curiosidade, no Brasil, aproximadamente 99% da utilização do urânio-235 é voltada para a geração de energia e o restante é aplicado em pesquisas de medicina nuclear e na agricultura. Embora muito importante economicamente, pode acarretar consequências graves, como câncer nos ossos ou no fígado. Por outro lado, se inalado, pode gerar câncer de pulmão.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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