Os suplementos geralmente são associados ao aumento de massa muscular e ao desempenho na academia. No entanto, a creatina monohidratada também vem sendo estudada por conta dos benefícios à saúde cerebral, especialmente em idosos. Esse composto, bastante popular entre praticantes de atividades físicas, pode exercer funções que vão além do universo fitness.
A creatina monohidratada é a forma mais conhecida e pesquisada desse suplemento. O termo “monohidratada” indica que cada molécula de creatina está ligada a uma molécula de água, característica que garante estabilidade e boa absorção pelo organismo. Por isso, é a versão mais utilizada em pesquisas científicas e a mais recomendada por profissionais quando há indicação de suplementação.
Tradicionalmente, a creatina é usada por ajudar com a produção de energia rápida para os músculos, auxiliando na manutenção e no ganho de massa muscular. Esse ponto é especialmente relevante para idosos, que enfrentam a sarcopenia, a perda progressiva de massa e força muscular associada ao envelhecimento, fatores que aumentam o risco de quedas e reduzem a autonomia.
Suplemento pode ser fundamental para a saúde dos idosos
O cérebro também demanda grande quantidade de energia para funcionar adequadamente. Os neurônios dependem de ATP (adenosina trifosfato) para realizar suas atividades elétricas, manter o raciocínio, a memória e a concentração. Como o cérebro consome cerca de 20% da energia total do corpo, níveis adequados de creatina podem contribuir para otimizar esse suporte energético, segundo estudos publicados em revistas científicas da área de envelhecimento.
É importante destacar ainda que qualquer suplementação deve ser feita com orientação médica ou de um nutricionista. Apenas um profissional pode avaliar as necessidades individuais, o histórico de saúde e possíveis contraindicações antes de indicar o uso da creatina na rotina alimentar. Por isso, a indicação é que os idosos mantenham os exames em dia para garantir uma saúde mais positiva.





