Impulsionando a marca para todos os públicos, a maior rede de shoppings centers de Santa Catarina pretende invadir vários imóveis. Isso porque a Almeida Junior deseja instalar 500 telas de LED em elevadores de edifícios de alto padrão situados em Balneário Camboriú, Joinville, Blumenau, Criciúma e Grande Florianópolis até 2026.
A escolha pelas cidades não foi por acaso, já que fazem parte do grupo que mantém os seus centros comerciais ativos. Em um primeiro momento, a rede adquiriu 137 telas, que foram disponibilizadas em todos os seus shoppings. Por outro lado, uma outra remessa deve chegar para exibir conteúdos, benefícios, campanhas, eventos e ações ligadas aos seus empreendimentos.
De acordo com o diretor comercial de Mall & Mídia da Almeida Junior, Rodolfo Ferrari, a estimativa é de que 25 mil domicílios sejam atingidos pelas campanhas publicitárias. Em suma, além de aumentar a exposição das marcas, a AJ Mídia contribuirá para atrair um público mais alinhado ao perfil dos shoppings da rede, agregando valor tanto para os lojistas e anunciantes quanto para os consumidores.
Rede de supermercados entra com pedido de recuperação judicial
Ao contrário da popularização dos shoppings centers, residentes em Santa Catarina foram surpreendidos com a atual situação da rede Althoff Supermercados Ltda, com sede em Criciúma. Sobretudo, o Tribunal de Justiça concedeu o processamento da recuperação judicial, tendo em vista a dívida estrondosa de R$ 108,3 milhões.
Segundo informações contidas no processo, a rede de supermercados encara extensa crise financeira potencializada por diversos fatores. Em suma, a empresa alimentícia alegou ter sofrido pressão inflacionária que reduziu o poder de compra dos consumidores, queda na margem de lucro, alto custo logístico, carga tributária elevada, abertura de novas lojas concorrentes e endividamento para expansão.
Colocando uma dor de cabeça a mais nos diretores, o problema escalou com a enchente que acometeu o Rio Grande do Sul no ano de 2024, além de se deparar com a disputa societária que gerou restrições de crédito nas surdinas. No mais, foi determinado a suspensão das ações e execuções da empresa por 180 dias e prazo de 60 dias para a apresentação do plano de recuperação judicial.





