A Honda é a fabricante de motos que mais vende no Brasil, mantendo a liderança do mercado por uma grande margem. Como resultado do prestígio, a multinacional japonesa eternizou seu nome no cenário automobilístico com a popularidade da Biz. Diante do preço acessível em função do modelo, o consumo torna-se ainda mais atrativo ao bolso dos motociclistas.
Para uma melhor compreensão, motos flex como a Honda Biz 125 percorrem até 62,8 km/l com etanol em testes mistos, resultado dos motores leves de 110-160 cm³ otimizados para baixa cilindrada. Por sua vez, seu tanque de 5 litros garante aos condutores 300 km de autonomia. Com tamanha versatilidade sobre duas rodas, o modelo descarta a preocupação de buscar por postos de combustíveis fora da rota.

O detalhe importante e que faz toda a diferença vem sendo o uso do etanol flex no Brasil por baratear o tráfego diário. A questão é que sua menor densidade energética exige veículos que potencializem cada litro injetado. Por sua vez, as motos flex aproveitam melhor o etanol que carros, com consumos acima de 30 km/l versus 10-12 km/l nos automóveis.
Diante da transformação econômica em autonomia prática para o trânsito, a Biz voltou ao centro das atenções daqueles que priorizam comodidade e consumo baixo. Enquanto isso, os modelos atuais garantem repaginação na injeção eletrônica para queima precisa, elevando médias reais para 40-50 km/l em uso urbano. Nesse ínterim, as motos convertem etanol em km duas ou três vezes mais que sedãs populares.
Mais detalhes sobre a queridinha da Honda:
Conhecida por sua praticidade, economia e design voltado para o uso urbano, a Biz 125 é aconselhável para iniciantes e quem busca mobilidade no trânsito. Aos interessados, o modelo apresenta motor monocilíndrico de 123,9 cc, câmbio semiautomático de 4 marchas, freio a disco na versão EX e a tambor na ES, além de recursos como tomada USB-C e painel digital em modelos mais recentes.
Dentre os maiores destaques da motocicleta está a potência de até 9,53 cv (Gasolina/Etanol) a 7500 rpm. Potencializando sua popularidade nas estradas do Brasil, o modelo tradicional apresenta bom rendimento de combustível e baixo custo de manutenção. Porém, o lado negativo fica a cargo de não ser adequada para uso em rodovias com limites de velocidade altos devido à sua capacidade limitada.





