Motoristas das categorias C, D e E precisam ficar atentos a uma nova regra que pode pesar no bolso neste ano de 2026. Um simples descuido com o exame toxicológico obrigatório pode gerar multa automática de quase R$ 1,5 mil, mesmo sem abordagem nas ruas, de acordo com o que diz o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A exigência não está ligada diretamente à validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que costuma confundir muitos condutores. O exame deve ser renovado a cada dois anos e meio por motoristas com menos de 70 anos de idade. Caso o prazo seja ultrapassado por mais de 30 dias, o sistema registra a infração de forma automática.

Nessa situação, o condutor recebe uma penalidade gravíssima, com direito à aplicação de sete pontos na carteira e pagamento de multa no valor de R$ 1.467,35. Esse tipo de autuação é conhecido como “multa de balcão”, já que ocorre por meio do cruzamento de dados, sem necessidade de fiscalização presencial.
Motoristas não devem se esquecer de renovar exame toxicológico
No Espírito Santo, por exemplo, o Detran garante que a fiscalização está mais rigorosa em todo o estado. Por isso, a recomendação é acompanhar com frequência a data do último exame, evitando confiar apenas nas informações da habilitação, que podem não refletir essa exigência específica.
O exame toxicológico utiliza amostras de cabelo, pelos ou unhas e consegue identificar o uso de substâncias em um período mínimo de 90 dias. A consulta pode ser feita pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito. Vale destacar que manter essa obrigação em dia é essencial para evitar multas, bloqueios na CNH e até suspensão do direito de dirigir.





