A discussão envolvendo o reconhecimento do Mundial de Clubes de 1951 em favor do Palmeiras ainda segue em debate entre torcedores e imprensa brasileira. Embora a Fifa, entidade máxima do futebol, não tenha creditado a façanha na conta do Palestra, Maurício Borges (Mano) e Mauro Beting trocaram farpas ao vivo mediante ao assunto.
Durante a exibição do Arena SBT, os ânimos esquentaram após o veterano alegar que o alviverde paulista somente tentou o reconhecimento do título quando viu o Corinthians consagrar-se campeão. De forma imediata, Mano se posicionou contra Mauro Beting, apontando que o companheiro estaria deixando a imparcialidade jornalística de lado para atuar como “assessor”.

“O Palmeiras descobriu esse Mundial em 2013, nenhum palmeirense comemorava título mundial. Quando o São Paulo foi campeão do mundo duas vezes, eu nunca vi palmeirense falando: ‘Eu também já tenho em 51’. Por que a diretoria nunca colocou aquela estrelinha vermelha na camisa antes de 2023? Eles dão ‘piti’ neste tema”, alfinetou Beting.
“Você pode discutir a legalidade do torneio em 1951, mas a estrela foi colocada já na década de 80, não é verdade que o Palmeiras só descobriu em 2013”, rebateu Mano, reagindo de forma firme quanto ao posicionamento do colega. Apesar do entrave, o programa seguiu sem mais dramas, mas escancarando a falta de consenso diante do título mundial do Verdão.
Palmeiras brinca com título do mundial
Se recusando a desclassificar a conquista de 1951 como título mundial, o alviverde paulista inovou ao anunciar seu mais novo reforço. Outrora defendendo as cores do Corinthians, o goleiro Carlos Miguel gravou vídeo ironizando o fato do Palmeiras não ter sido reconhecido pela Fifa. Porém, o departamento de marketing fez o arqueiro se contradizer ao ser oficializado.
“Fala, família Palmeiras, aqui é o Carlos Miguel. E agora eu defendo o primeiro campeão mundial”, disparou o reserva de Weverton. Para que a contratação fosse possível, o Verdão desembolsou 5,5 milhões de euros (R$ 34,7 milhões na cotação atual) ao Nottingham Forest, da Inglaterra, além de outros 500 mil euros em bônus (R$ 3,1 milhões) por 80% dos direitos econômicos.





