Nesta terça-feira (12), o Paris Saint-Germain surpreendeu a todos ao informar que não contará com a presença de Gianluigi Donnarumma na temporada 2025/26. Embora tenha desaprovado a forma como as negociações foram mantidas nas surdinas, o atleta de 26 anos encaminhou acerto com o Manchester City. Por sua vez, o novo alvo do técnico Pep Guardiola é Rodrygo Goes, atacante preterido no Real Madrid.
Apesar de possuir contrato com o clube espanhol até meados de 2026, o ponta da Seleção Brasileira está insatisfeito com a falta de oportunidades sob o comando de Xabi Alonso. Diante do entrave criado internamente, Guardiola tenta convencer Rodrygo a deixar o Real Madrid nesta janela de transferência. O problema é que a equipe da LaLiga somente aceita vender os direitos federativos do atacante.
Ainda que não descarte abrir mão do brasileiro, os valores cobrados pelos merengues são astronômicos, até mesmo para o Manchester City. Isso porque o Real deseja faturar 100 milhões de euros (o equivalente a R$ 641 milhões na cotação atual) para negociar a venda do craque. Em contrapartida, nenhuma proposta abaixo dos 80 milhões de euros (R$ 513 milhões) será ouvida.
Sem pressa para decretar seu futuro, Rodrygo espera um novo posicionamento do departamento de futebol europeu. Com as vestes do Real, o brasileiro conta com 270 partidas, 70 gols marcados e 46 assistências. No mais, faturou Champions League (x2), Mundial de Clubes, Copa Intercontinental da Fifa, Supercopa Europeias (x2), LaLiga (x3), Copa do Rei e Supercopa da Espanha (x3).
Jogador do Real Madrid pode assumir protagonismo
Ao contrário do que vem acontecendo na Espanha, na Premier League Rodrygo seria um dos grandes protagonistas do Manchester City. Desejando brigar por todo os títulos em destaque, os planos de Pep Guardiola incluem investir em jogadores de elevado nível. A exemplo disso está o possível desembarque de Donnarumma nos próximos dias.
De acordo com a imprensa italiana e o jornal francês L’Équipe, o goleiro conversou com o técnico Pep Guardiola e já acertou os termos contratuais com a diretoria inglesa. Por sua vez, os franceses pedem no mínimo 50 milhões de euros (cerca de R$ 316 milhões) para abrir mão dos direitos federativos do guarda-redes.




