Com a finalidade de oferecer maior comodidade aos brasileiros em termos de transações financeiras, o Banco Central (BC) está viabilizando uma nova operação para os meses subsequentes. Trata-se do Drex, versão digital do Real que promete oferecer segurança e eficiência diante de transferências mais complexas, ultrapassando a linha dos pagamentos diários.
Embora o Pix tenha sido o principal projeto tecnológico colocado à prova pela instituição financeira, uma pesquisa no mercado entendeu a urgência de dinamizar as ofertas. Em um primeiro momento, o Drex foi garantido pelo Governo Federal, assegurando estabilidade e previsibilidade. Porém, é válido destacar que a adoção não colocará o dinheiro físico em queda, mas servirá como uma espécie de complementação.

Apresentando os primeiros testes em 2025, a tendência é que o serviço do BC entre em vigor somente nos anos subsequentes. A fase piloto tem analisado os impactos e a rotatividade da adoção, retificando transações seguras, automatizadas e com custos reduzidos. De modo geral, o Real que conhecemos será realocado ao formato 100% digital.
“O Drex vai permitir que vários tipos de transações financeiras seguras com ativos digitais e contratos inteligentes estejam à sua disposição. Esses serviços financeiros inteligentes serão liquidados pelos bancos dentro da Plataforma Drex do Banco Central (BC), que é um ambiente em desenvolvimento utilizando a tecnologia de registro distribuído (em inglês Distributed Ledger Technology – DLT)”, diz a instituição.
Mas qual a diferença entre Pix e Drex?
Embora apresentem a mesma funcionalidade, ou seja, tornar a tramitação da dinâmica financeira mais fácil, existem lacunas que o Drex se sobrepõe diante do Pix. Em resumo, o método atual consiste em realizar pagamentos mais simples. Por outro lado, o próximo lançamento do Banco Central terá como principal marca o condicionamento das operações, garantindo que o dinheiro saia da conta diante somento de serviços não fraudulentos.





