Nesta quarta-feira (3), o árbitro Luíz Antônio Silva Santos, conhecido como Índio, faleceu no Rio de Janeiro, aos 55 anos. Personagem marcante do futebol brasileiro, o dono do apito estava internado em estado gravíssimo desde julho, para tratamento de um câncer.
Sua trajetória no mundo da bola foi iniciada por meio da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), no ano de 1995. Destacando-se dentre os demais árbitros, ingressou no quadro da CBF três anos depois, até se tornar aspirante da Fifa em 2004. Durante a pandemia de Covid-19, em 2020, passou a atuar como instrutor na formação de novos árbitros no estado.

Após contribuir para o avanço da modalidade, chegou a trabalhar na presidência da Secretaria de Integração Metropolitana, na gestão do prefeito Eduardo Paes, antes de ser hospitalizado. Embora tenha acumulado outras funções, dividia seu espaço na agenda para apitar partidas na várzea e tocar projetos sociais voltados à atividade física para pessoas com deficiência no Rio de Janeiro.
Federação se despede do árbitro
Reconhecendo a grandeza do árbitro para a sua composição, a FERJ utilizou suas redes sociais para publicar uma nota em que lamenta a morte de Índio. Aproveitando a oportunidade, desejou condolências aos familiares e amigos mais próximos do personagem.
“A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro lamenta o falecimento do ex-árbitro da FERJ e da CBF, Luiz Antônio Silva Santos, conhecido como Índio, aos 55 anos. A FERJ se solidariza com todos os seus amigos e familiares”, escreveu a entidade.





