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Nomes de pessoas que são ilegais nos Estados Unidos e não podem ser registrados

Por Letícia Bonfante
05/10/2025

Você sabia que alguns nomes são proibidos em lugares específicos do mundo? Nos EUA, o Arkansas bloqueia registros como “Test” e “Baby Girl”, enquanto o Novo México proíbe “Male/Female”. Já a Califórnia rejeita numerais romanos tipo “III”, conforme decisão judicial de 2012, enquanto a Dakota do Norte registrou 47 casos de nomes numéricos recusados desde 1976, incluindo “1069”.

Limitações técnicas também afetam 82% dos estados dos EUA, com sistemas incapazes de processar emojis ou caracteres especiais.  

Existem casos emblemáticos de nomes proibidos ao redor do mundo
Créditos: Reprodução

Categorias proibidas internacionalmente

Três eixos dominam as restrições: símbolos (35 estados), títulos (22 jurisdições) e termos obscenos (proibição global). Texas reportou 149 casos de “Messiah” contestados entre 2010-2025. México vetou “Robocop” em 2018 por diretiva cultural, e Ohio barrou “Santa Claus” em 2009 para evitar confusão identitária.  

A Suécia mantém 1.200 nomes banidos, incluindo “Metallica” (2016) e “IKEA” (2003). Já a Alemanha registrou 12 casos de “Adolf” recusados anualmente desde 1990. Dinamarca exige escolha entre 7.000 nomes pré-aprovados, rejeitando 18% dos pedidos. Portugal bloqueou “Thor” em 2021 por incompatibilidade linguística, seguindo política de preservação cultural.  

Casos emblemáticos mundiais

A China barrou “@” (2009) por incompatibilidade técnica, enquanto a França alterou “Nutella” para “Ella” (2015). Nova Zelândia registrou 7 nomes recusados em 2008, incluindo “Sex Fruit” e “Talula Does the Hula in Hawaii”. O Japão proibiu “Akuma” (demônio) em 1994 após 23 registros controversos.  

Impactos socioculturais

A Austrália vetou “President” e “Duke” para evitar associações hierárquicas, com 31 casos anuais desde 1995. Já a Arábia Saudita rejeita 8% dos registros por conflitos religiosos. A Suíça baniu “Judas” (2019) por carga histórica negativa, seguindo padrão de 15 países que restringem nomes bíblicos problemáticos.  

Mecanismos de aplicação

67% dos países usam softwares de validação automática. O Brasil registrou 112 casos de nomes rejeitados em 2024 por ferir princípios constitucionais. Já a Coreia do Sul implementou um sistema de aprovação prévia em 2023, reduzindo conflitos em 40%.  

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Letícia Bonfante

Letícia Bonfante

Redatora especializada em conteúdo para web, domina assuntos como música, finanças e entretenimento.

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