As empresas focadas em disseminar avanços da tecnologia nos mais diversos segmentos estão distribuindo aspectos visionários nos mínimos detalhes do cotidiano. Nos últimos dias, foi colocado em evidência, no evento Mobile World Congress (MWC), que aconteceu em Barcelona, o Honor Robot Phone. Trata-se de um celular de última geração com recursos humanoides.
Prometendo revolucionar a forma como os smartphones são vistos no mercado, a nova aposta chama a atenção por ter um robô com câmera implantado na parte traseira do aparelho. De acordo com o fabricante, a tecnologia é capaz de rastrear movimentos, dançar ao som de música e interagir com os usuários de diversas maneiras.
Na prática, o Robot Phone interage por meio de uma espécie de “braço robótico”, que curiosamente consegue seguir movimentos sonoros, dançando no ritmo das batidas. Por sua vez, o celular permite fazer videochamadas com Inteligência Artificial (IA) de todos os ângulos, seguindo o usuário usando controle de movimento robótico.
Para consolidar-se no segmento, o dispositivo responde com linguagem corporal, através de gestos expressivos como acenar com a cabeça. Todo o mecanismo demandou investimentos financeiros sem precedentes, priorizando ainda a memória, resistência e peso do produto final. Em resumo, a ideia é oferecer aos amantes por tecnologia um modelo nunca antes visto.
Mais detalhes sobre o substituto dos smartphones
Além de integrar um robô no celular, existe ainda o modo Super Steady Video, que potencializa a estabilidade em situações de grande movimento. Em contrapartida, um outro queridinho dos engenheiros é o Rastreamento de Objetos por IA, permitindo que a câmera siga os usuários de forma inteligente e em tempo real. No mais, a função AI SpinShot assegura movimentos de rotação inteligentes de 90° e 180°.
Apesar de a apresentação ter despertado a curiosidade de todo o planeta, a Honor não divulgou uma data provisória para o lançamento do dispositivo. No entanto, ressaltou que outros detalhes técnicos do aparelho serão disponibilizados gradativamente no futuro. Nesse cenário, a tendência é que novas modificações sejam feitas até a comercialização do produto.





