De acordo com o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde, em 2023 foram diagnosticas mais de 5 milhões de crianças de até 5 anos com obesidade. Em detrimento do drama vivido por milhares de pessoas, uma pesquisa das universidades de Copenhague e Bristol desenvolveu ferramenta capaz de prever o risco de obesidade desde os primeiros anos de vida.
Ao analisar dados de 5 milhões de pessoas, os especialistas encontraram um meio de alertar sobre a predisposição para a obesidade antes dos cinco anos de idade. Sobretudo, o estudo criou um “medidor de risco poligênico”, ou seja, uma espécie de calculadora genética que identifica, com alta precisão, a propensão de um indivíduo ficar acima do peso ideal.
O detalhe curioso é que até os cinco anos é “fácil” diagnosticar a predisposição tendo em vista a ausência de regulamentação de refeições. Por sua vez, a descoberta promete viabilizar intervenções precoces, culminando em métodos para contornar o sobrepeso da criança antes que atinja a fase adulta.
O que fazer para reduzir os riscos de obesidade?
- Alimentação saudável:
Uma das formas mais eficientes de lutar contra a obesidade é imergir em uma alimentação saudável, evitando, além do consumo exagerado de alimentos processados, efetuar refeições em ampla quantia. Dessa forma, o recomendado é que alimentos naturais sejam ingeridos, bem como beber água com frequência.
- Praticar atividades físicas:
Manter o foco em atividades físicas é um excelente moderador. Além de beneficiar na briga contra a balança, exercícios dinamizam a força e resistência. Por sua vez, encontrar um hobbie ajuda ainda a manter a mente ocupada, dando maior vigor físico para tocar todas as obrigações durante o dia.
- Sono de qualidade:
Apesar de muitos enxergarem o sono apenas como forma de revitalizar as energias, manter uma disciplina é essencial na busca pelo equilíbrio do metabolismo. De acordo com especialistas, o ideal é manter o corpo “desligado” entre 7 a 9 horas por noite. A privação de sono aumenta a fome e reduz o gasto calórico.
- Acompanhamento profissional:
Independente da faixa etária, se consultar regulamento com um profissional é a melhor saída. Além de um plano a ser seguido (com dietas e suplementações), um medico responsável te dará um controle emocional ainda maior diante das turbulências da obesidade. A perda do controle psicológico pode levar a distúrbios compulsivos, gerando hábitos não saudáveis.




