Com o intuito de oferecer serviços de qualidade a seus moradores e visitantes, autoridades chinesas revolucionaram a malha ferroviária. Munido de levitação magnética e operação em baixo vácuo, o trem maglev foi coroado como o mais rápido do mundo. Para atingir o status, o T-Flight chinês promete velocidades próximas às de aeronaves, reduzindo viagens internacionais para cerca de 60 minutos.
Desenvolvido pela indústria aeroespacial chinesa, o meio de locomoção atinge até 1000 km/h, ultrapassando os trens convencionais. Apesar de ter outros modelos em circulação, o projeto mais atual ainda passa por reformulações. Isso porque a ideia é transitar com passageiros entre Pequim e Xangai em até 1,5 hora, já que as versões tradicionais fazem o mesmo percurso entre 4,5 e 6,5 horas.

Conforme especificações dos engenheiros, a ferrovia será construída em cima de um sistema de levitação magnética, que permitirá que os trens viajem sem tocar nos trilhos. A velocidade proposta tende a colocar o veículo no mesmo patamar de aviões, com a diferença de que a comodidade será maior, podendo acompanhar ainda as paisagens locais.
Nos testes recentes, o sistema magnético foi validado em um ambiente de baixo vácuo. Dessa forma, os estudos da Corporação Chinesa de Indústria Aeroespacial e Ciência decretaram a viabilidade do maglev operar de forma estável e segura nos próximos meses. Esse mecanismo libera o trem para acelerar quase sem resistência, garantindo alta performance e eficiência.
Maior túnel do mundo 🌍
Pontos de destaque do trem mais rápido do mundo
Por funcionar em alta velocidade, com o vácuo fazendo o papel de impulsão, o trem terá o mínimo desgaste mecânico possível devido à ausência de atrito. Em outras palavras, ao contrário dos veículos dispostos na malha ferroviária tradicional, o maglev reduzirá os custos de manutenção ao longo dos anos e aumentará a vida útil do sistema.
Além disso, o modelo chinês se destaca por sua eficiência energética em estudos internacionais. No mais, está anos-luz à frente dos demais trens por apresentar menor consumo de energia por quilômetro, reduzir ruídos e vibrações e ter menos necessidade de reparos estruturais.


