Estudos confirmam que manter uma excelente rotina de sono contribui para o bem-estar de qualquer indivíduo. No entanto, muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades de realizar uma boa noite de sono, fator que compromete a saúde física e mental. Mas afinal, você sabia que a posição como dormimos pode ditar o envelhecimento da pele a longo prazo?
A forma como dormimos diz muito sobre nossas preferências, mas uma simples ação corre o risco de comprometer a saúde dermatológica. De acordo com especialistas, certos hábitos noturnos podem sabotar até mesmo os nossos esforços mais rigorosos. Em suma, é aconselhável evitar dormir de lado ou de bruços, já que o envelhecimento da pele é potencializado.
Quando dormimos de lado e de bruços, o nosso rosto permanece pressionado contra o travesseiro e cobertas por longas horas. Como resultado da pressão local, a pele é acometida por tenções mecânicas repetidas, promovendo, a longo prazo, marcas profundas. O estudo publicado pela Universidade de Queensland, credita o surgimento de “rugas do sono” à perda de elasticidade, potencializadas por ações repetidas.
De modo geral, dormir de modo lateral e ventral induzem dobras cutâneas mais pronunciadas do que a posição dorsal. Ao decorrer dos anos, é comum que as posições durante o sono diminuam, passando de uma média de 27 para 16 por noite. Essa façanha compromete a pele, já que aumenta o tempo de contato entre o rosto e o travesseiro.
O que fazer para não comprometer a pele durante o sono?
Apesar do sinal de alerta ligado, é possível retardar o processo de envelhecimento enquanto dormimos. Isso porque dermatologistas recomendam dormir de costas para o colchão, limitando assim o contato direto do rosto com o travesseiro. Essa medida acarreta na preservação das camadas da pele, já que reduz drasticamente a desidratação e a integridade do rosto e do colo.





