Para as pessoas que vivem no Nordeste brasileiro, a chegada do inverno é motivo de comemoração devido as altas temperaturas presentes ao decorrer de quase todo o ano. Nesse ínterim, é comum que muitos decidam abdicar do uso de protetores solares, que são utilizados em períodos mais quentes. Porém, a ação é condenada por especialistas.
Embora pareça inofensivo, o céu nublado não elimina os riscos de câncer de pele. Com a presença de temperaturas mais baixas, muitas pessoas ignoram os fatos e optam por abrir mão do uso do protetor solar. De acordo com dermatologistas, a radiação ultravioleta (UV), principal causadora da doença, atravessa as nuvens e imerge na pele da mesma forma.
Diante da situação, no inverno, verão, outono e primavera é de extrema importância utilizar protetor solar. Além de servir para reduzir as chances dos indivíduos serem acometidos por doenças de pele, o produto ajuda a não potencializar o envelhecimento precoce da pele. Mas afinal, quais hábitos manter?
- Hidratar bem a pele, já que o clima frio e seco favorece rachaduras, que podem facilitar a entrada de agentes nocivos.
- Evitar banhos muito quentes, que retiram a camada protetora da pele.
- Fazer o autoexame da pele regularmente e observar pintas, manchas ou lesões que mudem de forma, cor ou tamanho.
Hábito pode reduzir problema que assola o Brasil
Segundo o Ministério da Saúde, o câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, representando 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Em contrapartida, a excelente notícia é de que, se descoberta no início, a doença tem taxa de cura superior a 90%. Dessa forma, além do hábito de utilizar protetor solar, o ideal é se atentar aos seguintes sintomas e procurar um médico:
- Bordas irregulares: Pintas apresentam contornos bem definidos, ao contrário de um nódulo cancerígeno.
- Cor variável: lesões cancerígenas podem apresentar irregularidade no tom, misturando marrom, avermelhado, preto, entre outras cores.
- Diâmetro: com relação ao tumor na pele, o diâmetro maior do que 6 milímetros pode ser um indicativo.
- Evolução: fique de olho caso manchas e pintas mantenham suas características com o passar do tempo. Em casos malignos, a lesão pode crescer e mudar de forma ou cor, por exemplo.




