O Brasil está testemunhando um período de expansão no mercado de kombucha. Nos últimos seis anos, a produção da bebida fermentada, que é feita a partir de chás e culturas de leveduras e bactérias, aumentou 923%, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
A regulamentação recente trouxe maior segurança e clareza, beneficiando tanto produtores quanto consumidores. Este crescimento foi tema da 4ª Conferência Nacional de Produtores de Kombucha (Conakom) realizada em São Paulo, no dia 1º de março de 2025.

Razões para o crescimento notável
A kombucha, agora uma alternativa aos refrigerantes tradicionais, conquistou os brasileiros devido aos seus benefícios para a saúde. A bebida é popular por ajudar no equilíbrio da flora intestinal, melhorar as funções hepáticas e fortalecer o sistema imunológico.
São Paulo desponta como o estado mais relevante no cenário nacional de kombucha, possuindo 42 fabricantes registrados. Este número reflete tanto a crescente demanda na região quanto a inovação e o empreendedorismo no setor. Os consumidores têm à disposição uma gama diversificada de marcas e sabores, fato que amplia as opções no mercado.
O futuro do mercado de kombucha no Brasil é promissor. Enquanto a substituição de bebidas adoçadas por alternativas naturais continua, o setor mantém uma tendência de crescimento.
Embora não haja dados específicos sobre a expectativa de triplicação do consumo, o cenário é de expansão contínua, com projeções de crescimento anual de 10,6% até 2030. Até o momento, o mercado nacional pode valer 182,3 milhões de dólares.
A kombucha evoluiu de uma bebida desconhecida para uma das escolhas preferidas dos brasileiros. A regulamentação do setor não apenas fomentou o crescimento interno, mas também criou condições ideais para o tecido de novas oportunidades.





