Fazer as malar e rumar em direção à Europa segue no roteiro de muitos viajantes, principalmente daqueles que desejam se aventurar em paisagens modernas e turísticas reconhecidas mundialmente. Porém, a Comissão Europeia alterou informação importante nas diretrizes das embarcações. Isso porque o limite de 100 ml para líquidos que podem ser transportados na bagagem de mão será abolido.
A princípio, ao final de julho, o jornal italiano Corriere della Sera divulgou a informação repassada pelas autoridades, mas não revelou se um novo limite continental será imposto. Estima-se que vidros de perfume em tamanho padrão poderão voltar a ser transportadas dentro das cabines dos aviões. A medida passa por melhorias na tecnologia responsável por detectar materiais explosivos na vistoria.

Ao final de 2024, a Comissão Europeia já ensaiava o fim da imposição, mas empacou diante da definição ao passo que o novo sistema de segurança, o Explosive Detection Systems for Cabin Baggage (EDSCB), começou a ser testado. Em suma, as novas máquinas terão melhores condições de análise das bagagens, o que colocará o raio-x em desuso nos aeroportos.
Com os ajustes entrando em evidência no mês de agosto, ficou comprovado que os scanners Hi-Scan 6040 CTiX, fabricados pela Smiths Detection, estão operando com soberania. Dessa forma, a substituição das tecnologias aeroportuárias possibilitarão que novas medidas sejam tomadas, deixando de lado o limite de 100 ml de produtos líquidos nas bagagens.
Quando a medida será adotada para viagens à Europa?
Ainda é cedo para cravar quando a nova medida passará a ser implantada em todos os aeroportos do Velho Continente. Por exemplo, a Itália já adotou o uso das máquinas de alta tecnologia nas dependências de Milão-Malpensa, Milão-Linate, Roma-Fiumicino, Bolonha e Turim. Por outro lado, os terminais de Berlim, Amsterdã, Irlanda, Malta, Suécia e Lituânia ainda estão em análise.
Em contrapartida, os aeroportos de Frankfurt e Munique instalaram parcialmente os scanners Hi-Scan 6040 CTiX, de acordo com a Deutsche Welle e a Euronews. Portanto, é esperado que a liberação ocorra de forma gradativa, conforme a disponibilidade de cada país ou aeroporto. Isso porque os custos para a troca do sistema são altos, até oito vezes maior do que o tradicional.





