De acordo com pesquisas recentes, mesmo o Brasil não embarcando em conflitos bélicos, foi coroado como uma das potências do planeta em termos de forças militares. A ascensão do país sul-americano colocou no bolso a Alemanha, terceira maior economia do mundo em PIB nominal, assim como Israel e Irã. Esse avanço evidencia o amplo investimento e a logística operada na infraestrutura.
Embora nos últimos anos tenha superado o Japão em termos de economia mundial, o país europeu perdeu forças diante dos investimentos bélicos. Ocupando a 14ª posição no ranking mundial, a Alemanha depara-se com um cenário controverso, especialmente por ter capital para expandir sua atuação militar. Em contrapartida, o Brasil surge na 11ª colocação.
Na teoria, o protagonismo brasileiro é justificado por cinco critérios fundamentais que avaliam a capacidade de defesa e ataque de uma nação. Segundo os especialistas, entre os fatores destacados estão o número de soldados ativos e o orçamento anual de defesa, que atualmente supera a marca de 26 bilhões de dólares (cerca de R$ 135 bilhões, na conversão atual).
Por outro lado, é válido destacar os investimentos introduzidos na compra de veículos blindados de combate, poder bélico da frota da Marinha do Brasil e a capacidade de atuação presente na Aeronáutica. Sobretudo, a junção de todos esses fatores torna a nação sul-americana um exemplo de ascensão no segmento.
Confira os países destaques em termos de força militar:
- 1º lugar: Estados Unidos;
- 2º lugar: Rússia;
- 3º lugar: China;
- 4º lugar: Índia;
- 5º lugar: Coreia do Sul;
- 6º lugar: Reino Unido;
- 7º lugar: França;
- 8º lugar: Japão;
- 9º lugar: Turquia;
- 10º lugar: Itália;
- 11º lugar: Brasil;
- 12º lugar: Paquistão;
- 13º lugar: Indonésia;
- 14º lugar: Alemanha;
- 15º lugar: Israel;
- 16º lugar: Irã;
- 17º lugar: Austrália;
- 18º lugar: Espanha;
- 19º lugar: Egito;
- 20º lugar: Ucrânia.





