Com temperaturas baixas, o frio passou a ser um problema não somente para os humanos, como para os bichinhos de estimação. Considerados filhos de quatro patas, os pets não conseguem se comunicar verbalmente, mas dão indicativos de que estão desconfortáveis com determinadas situações. Mas como prevenir seu animal de desenvolver doenças respiratórias?
Diante do inverno, é comum que cães e gatos apresentem comportamentos mais introspectivos, o que liga o sinal de alerta para cuidados redobrados. Assim como os humanos, os pets podem desenvolver resfriados, dando início a espirros, tosse, olhos lacrimejantes, cansaço fora do comum e até dificuldade para respirar.
Ainda que seus pelos sirvam como um protetor natural, nem sempre conseguem impedir o bichinho de sofrer com o frio do inverno. Filhotes, animais idosos, de pelo curto ou com doenças crônicas não conseguem ter a mesma barreira protetora que outros pets. De acordo com o diretor do Hospital Veterinário do UniArnaldo Centro Universitário, Bruno Divin, os tutores devem observar com atenção qualquer alteração no comportamento do companheiros.
“Os primeiros sintomas muitas vezes são leves, mas se forem ignorados, podem evoluir para quadros mais graves, como pneumonia. É importante não subestimar sinais como espirros, secreção nasal ou sonolência”, alerta o especialista, que enfatiza a necessidade de analisar de perto qualquer alteração.
Confira os cuidados para se ter com o pet:
- Manter o animal aquecido com cobertores ou roupas apropriadas;
- Evitar banhos, principalmente com água fria;
- Nunca utilizar remédios humanos;
- Se atentar ao fato de que muitos pets doentes se recusam a comer;
- Mantenha as vacinas do animal em dia;
- Projete ambientes aquecidos, com caminhas elevadas, mantas e cobertores;
- Evite que o animal durma diretamente no chão gelado;
- Redobre a atenção com animais idosos ou com doenças crônicas.



