Embora tenha sido disseminado que o ouro é o metal mais caro do mundo, o status é ocupado por um outro elemento da tabela periódica. Trata-se do ródio, presente no mesmo grupo da platina, mas muito raro e extremamente valioso. Para se ter uma noção da valor econômico da peça, sua quantia supera a platina e até mesmo o diamante.
Ao contrário do ouro, o ródio não pode ser extraído de minas, sendo um subproduto do refino de outros metais. Caracterizado por seu alto nível de reflexão e forte resistência à corrosão, o produto é comumente procurado por muitos setores industriais, em especial o automotivo. Mas afinal, quanto custa o metal mais caro do mundo?
Por ser de difícil acesso, o preço do ródio passa por variações. Em suma, seu valor ultrapassou US$ 163 no mês de julho, o que corresponde a R$ 899 na cotação atual. Todavia, é válido destacar que as cifras podem ser cinco vezes maiores, haja vista a alta procura pelo metal. A título de comparação, o grama do ouro corresponde a US$ 100, ou seja R$ 551,90 segundo a Trading Economics.
Em que o ródio pode ser usado?
- Conversores catalíticos;
- Indústria química;
- Indústria do vidro;
- Joalherias;
- Eletrônicos.
Você sabia que é possível encontrar ouro usando queijo?
A ciência tornou-se uma das principais vertentes para entender como as coisas se encaixam e funcionam. Pegando a todos de surpresa, um grupo de estudiosos descobriu como extrair ouro de forma sustentável utilizando um ingrediente inimaginável; o queijo. Além da função alimentícia, o produto também recupera metais, principalmente aparelhos eletrônicos.
De modo geral, pesquisadores da ETH Zurich, na Suíça, desenvolveram uma técnica revolucionária para remover metais valiosos que não estão presentes apenas em joias. O que muitos não sabem é que o ouro pode estar dentro de sua casa, mas escondido nas placas dos aparelhos eletrônicos. Afinal, por qual motivo o metal valioso está imerso nos artefatos em questão?
A resposta é simples. Por ser um excelente condutor elétrico e não corroer, o ouro é usado em placas de circuito, celulares, computadores e até micro-ondas. Contudo, é válido destacar que a presença do material não se dá em uma longa quantia, tendo em vista a necessidade de realizar o descarte correto de toneladas de metais ao longo do ano.




