Envelhecer ainda é um tabu para muitas pessoas, principalmente para aquelas que desejam estender a vida de forma saudável e sem maiores dores de cabeça. Para que a longevidade se torne um mero fantasma, é necessário de atentar a forma de conduzir a rotina. Isso porque um estudo comprovou que mudar a alimentação retarda o envelhecimento em até 20 anos.
Referência internacional nos estudos sobre longevidade, o médico e pesquisador Eric Verdin, de 68 anos, comemora a idade biológica de 48. Isso significa que seu corpo está funcionando de fato como se tivesse duas décadas a menos. Segundo ele, a fórmula para alcançar a longevidade é se atentar ao que ingerimos ao longo das refeições.
Mas afinal, quais alimentos evitar?
- Alimentos ultraprocessados: A título de curiosidade, os ultraprocessados estão diretamente ligados ao surgimento de mais de 30 doenças crônicas. Por deterem grandes quantidades de sal, gordura e açúcar, potencializam o surgimento da obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas e até câncer.
- Sucos de fruta: Embora ingerir fruta seja uma costume saudável, é necessário evitar consumir os sucos. Isso porque em seu preparo é evidenciado grande quantidade de açúcar, o que podem causar picos de insulina e contribuir para o surgimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.
- Bebidas alcoólicas: Além de não trazer benefício algum à saúde, consumir bebida alcóolica pode contribuir para o surgimento de problemas no fígado, gastrointestinais, pancreatite, neuropatias periféricas, problemas cardiovasculares, prejuízos cerebrais, imunológicos, anemias, osteoporose e câncer.
Quais alimentos podem melhorar a qualidade de vida?
- Abobrinha cozida: Rico em água e com baixa densidade calórica, o vegetal é excelente para gerar volume e sensação de estômago cheio sem pesar na balança. Nele é possível encontrar fibras que facilitam o trânsito intestinal, antioxidantes e vitamina C, auxiliando ainda na digestão.
- Ovo cozido: Queridinho das pessoas que costumam realizar atividades físicas pesadas, o ovo cozinho possui baixo teor calórico, servindo como fonte de proteína de alto valor biológico. Nele encontramos a colina (essencial para o cérebro) e gorduras boas, que ajudam a controlar a fome por meio da modulação de hormônios como GLP-1 e PYY.
- Chuchu cozido: Embora apresente sabor questionável, o legume é majoritariamente composto por água e fibras solúveis. Por ser leve, contribui para a saciedade, além de fornecer potássio e folato. Por outro lado, tem nutrientes levemente diuréticos, ou seja, que aumentam a produção de urina pelos rins.
- Feijão carioca: Presente na mesa da maioria dos brasileiros, o feijão carioca apresenta baixo índice calórico, ajudando ainda a regular o intestino. Fonte de proteína vegetal, fibras (solúveis e insolúveis), ferro e magnésio, contribui ainda no controle da glicemia e do colesterol.
- Repolho: A hortaliça é muito comum na salada, mas o que poucos sabem é que o repolho é fonte de fibras e compostos antioxidantes. Ele apresenta baixo índice glicêmico, é anti-inflamatório, rico em vitamina K e auxilia no volume do prato sem acrescentar muitas calorias.


