Embora os serviços de pedágios sejam contestados por grande parcela dos motoristas brasileiros, são essenciais para garantir maior segurança e conforto sob o volante. Cobrando taxas que serão destinadas ao financiamento de obras públicas, as cancelas tornam o protocolo mais assertivo. Embora tenha uma das portagens mais caras do Brasil, o Rio Grande do Sul decidiu contornar o percurso.
Instaurado em solo gaúcho, o pedágio vai dar lugar a uma concessão com preços bem menores. A título de conhecimento, o novo contrato do trecho sul da BR-116 e da BR-392 deverá entrar em vigor ao longo da temporada 2027. Para a felicidade dos motoristas que trafegam pela região, os quatro primeiros meses de outorga não cobrarão tarifa.

De acordo com as informações presentes no edital, os prazos poderão ser ampliados se o consórcio vencedor não atender aos parâmetros técnicos de pavimento, sinalização, drenagem e demais itens previstos no Programa de Exploração da Rodovia. Em resumo, os 14 pórticos de free flow vão ter tarifas que irão variar de R$ 2,12 a R$ 5,43.
Por sua vez, é válido destacar que a cobrança em questão somente será praticada a partir do segundo ano de concessão. Em contrapartida, haverá um período com tarifas promocionais, entre o 4º e o 12° mês de contrato. No cenário em questão, os motoristas serão notificados pelos pedágios, com cobrança 50% inferior, que tende a variar entre R$ 1,06 e R$ 2,71.
Na prática, essas cifras serão cobradas àqueles condutores que fizerem o pagamento de forma automática, no instante em que passarem pelos pórticos do free flow. Já quem escolher fazer a quitação em até 30 dias, pagará um acréscimo. Por fim, enquanto o protocolo não é ativado, os projetos incluem a derrubada das cinco praças físicas que estão em operação no trecho sul da BR-116 e da BR-392.
Entenda a mudança de curso dos pedágios:
A partir de março de 2026, os pedágios no Rio Grande do Sul (BR-116/392) serão desativados. Como resultado da instauração de uma nova concessão, as tarifas que variavam até R$ 19,50 serão reduzidas. A manutenção será assumida temporariamente pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), sem custos para os usuários, com uma nova licitação planejada para o final da atual temporada.





