No cenário atual, em que o mercado imobiliário tem elevado os custos em função da aquisição das propriedades, os brasileiros estão enfrentando dificuldades para encontrar um caminho em função da posse do imóvel próprio. Contudo, o estilo nômade, marcado por viagens constantes e nenhuma moradia fixa, torna-se uma opção assertiva.
Para entender a mudança de postura, erguer um imóvel simples com apenas dois quartos no Brasil, a média de investimentos pode variar entre R$ 120 mil e R$ 200 mil. Esse montante tende a escalar, levando em consideração o bairro e os materiais comprados, bem como o padrão de acabamento. Conforme análise do mercado, o custo do metro quadrado para construções básicas gira entre R$ 1.800 e R$ 2.400.

Com esse cenário desenhado, estima-se que uma casa popular com metragem entre 50 m² e 70 m² pode exigir investimento próximo a R$ 90 mil a R$ 170 mil. Porém, é válido reforçar que as despesas não devem parar por aí. Isso porque no cálculo não são levadas em consideração despesas importantes, como a compra do terreno, taxas municipais, projetos técnicos e custos com documentação.
Ser nômade digital pode virar uma tendência
Na atualidade, o termo nômade digital tem ganhado força, uma vez que descreve profissionais que utilizam a tecnologia para trabalhar de forma remota, sem estarem presos a um local fixo. Na prática, essa metodologia vem sendo escolhida por aqueles que priorizam a liberdade, flexibilidade e novas experiências. No entanto, também serve como alternativa para quem não possui residência própria.
Aos adeptos dessa modalidade, alguns pontos são reverenciados, principalmente por serem acessíveis. Entre eles está conhecer novas culturas e pessoas, garantindo um networking ainda maior. Por sua vez, a possibilidade de trabalhar em qualquer lugar do mundo com a liberdade de atuar com o que gosta torna a experiência ainda mais recompensadora.
Para quem não reúne condições financeiras de ter uma casa própria, virar nômade ganha um outro significado. Mesmo que as viagens constantes possam virar um problema a longo prazo, é possível que o indivíduo faça o próprio horário de trabalho. No mais, essa autonomia também potencializa o senso de responsabilidade, já que é necessário estar em movimentação para ter acesso ao dinheiro.





