Por meio de um decreto presidencial, o salário mínimo nacional referente à temporada atual foi projetado para R$ 1.621. No entanto, por lei, é possível que o piso seja realinhado pelos municípios, desde que não fiquem abaixo do que foi proposto para o país. Diante dessa abertura, um estado da região Sul estabeleceu o valor inicial de R$ 1.945,67 a seus trabalhadores.
A mudança de curso foi evidenciada no Rio Grande do Sul, que no ano presente, aprovou a Lei nº 16.311. O texto em questão estabeleceu o novo salário mínimo regional em R$ 1.945,67 para diversas categorias profissionais. Para entender a complexidade do movimento, a ascensão das cifras corresponde a aproximadamente 8% em relação aos pisos anteriores.
Salário mínimo regional
Na prática, o salário mínimo estadual é direcionado para aqueles em conformidade com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), principalmente em setores que não possuem acordo coletivo próprio com valor definido. Nesse cenário, foram beneficiados funcionários de metalurgia, indústria gráfica, vidro e borracha, vigilância e portaria, serviços administrativos em escolas e outras categorias industriais e de serviços.
É válido destacar que, além da elevação dos vencimentos, o salário regional no Rio Grande do Sul varia de acordo com a atividade profissional. Analisando o cenário atual, as cifras oscilam entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,27. No mais, as novas projeções destacam o equilíbrio regional no tocante à valorização dos profissionais e à sustentabilidade das empresas.
Quais são os maiores salários mínimos regionais?
Embora os trabalhadores do estado do Rio Grande do Sul estejam em êxtase, o prestígio financeiro maior está nas mãos do Paraná. Conforme a Resolução CETER 632/2026, a federação passou a ter o maior piso regional do Brasil na atual temporada. Em resumo, os valores variam de R$ 2.105,34 (Grupo I) a R$ 2.407,90 (Grupo IV).
Por sua vez, somente cinco estados brasileiros possuem legislação de salário mínimo regional. São eles: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro. O montante é alterado conforme a categoria profissional e a faixa salarial estabelecida por cada federação, podendo superar significativamente o mínimo nacional de R$ 1.621,00.





