Por meio do Decreto nº 12.797/2025, o salário mínimo no Brasil foi ajustado para R$ 1.621,00, correspondendo a um aumento em 2026 de 6,79% em relação ao ano anterior. Embora seja a maior economia da América do Sul por Produto Interno Bruto nominal, não assume o mesmo prestígio que o Paraguai em termos de compensação financeira aos trabalhadores.
Conforme um estudo divulgado pelo Governo do México, o território brasileiro não está inserido na lista das dez primeiras nações que mais valorizam o salário mínimo em toda a América Latina. A título de curiosidade, o país governado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na 14ª posição, enquanto o Paraguai fecha o Top-10.
A nação vizinha, composta por aproximadamente 7 milhões de pessoas, instituiu salário mínimo de 434,86 dólares, o que corresponde a aproximadamente R$ 2.245,57, na cotação atual. O detalhe curioso é que, mesmo ultrapassando o Brasil no tocante à valorização salarial, o Paraguai ocupa somente o 16º lugar no tocante às maiores economias da América Latina.
Seguindo o levantamento, o país de melhor classificação diz respeito ao Uruguai. A nação em questão dispõe de um mínimo de 629,04 dólares (cerca de R$ 3.248,30), seguida pelo Chile (565,95 dólares) e México (536,62 dólares). Na prática, a dinâmica mostra que o território brasileiro ainda carece de legislações que priorizem o esforço do trabalhador.
Prestígio veio em outro segmento
Apesar do descenso apresentado, um estudo assinado pelo World Economic Outlook, do Fundo Monetário Internacional (FMI), realizado em 2023, colocou o Brasil na liderança do ranking das maiores economias da América Latina. Em síntese, a nação surge com um Produto Interno Bruto estimado em US$ 2,13 trilhões (algo próximo de R$ 13 trilhões).





