No início deste ano, tropas militares dos Estados Unidos invadiram a Venezuela, sacramentando a captura do presidente Nicolás Maduro. Embora os entraves políticos sigam em evidência, com a mudança de poder para as mãos da vice-presidente Delcy Rodríguez, o país sul-americano registrou crescimento de 100% no número de voos para cidades locais.
Depois do fim de um longo período de restrições ao espaço aéreo em função de voos internacionais para cidades venezuelanas, o interesse de turistas em realizar conexões escalou. Conforme avaliação da Associação Venezuelana de Agências de Viagens e Turismo, cerca de seis companhias de diferentes países programaram ou já retomaram suas operações entre os meses de fevereiro e março.
“Nos primeiros dias, observamos um crescimento de quase 100% no volume de passagens vendidas em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse aumento se deve à reativação de uma rota que não possuía serviço regular, o que nos permitiu restabelecer uma alternativa de conectividade formal e estável entre os dois países”, afirmou a Latam ao The Clinic.
Reaberturas sacramentadas
Diante do cenário atual, entre as principais reaberturas dos voos está a da Latam Airlines Colômbia, que anunciou o retorno de suas operações entre Bogotá e Caracas a partir de 23 de fevereiro. Por sua vez, no tocante às conexões transatlânticas, as autoridades projetaram a volta dos serviços da Air Europa em 17 de fevereiro, seguida da Laser, em 18 de fevereiro, e Plus Ultra, no dia 3 de março.
Em contrapartida, a Wingo retomou seus voos entre Bogotá e Caracas em 16 de janeiro e expandirá seu serviço para Medellín a partir de março. Já a Avianca anunciou a retomada de seu serviço diário entre Bogotá e a capital venezuelana. Por fim, a Latam Airlines Colômbia decretou que, a partir de 23 de fevereiro, quatro voos semanais estarão disponíveis.





