O Renault Kwid passará por uma forte reestilização antes de ser vendido no Brasil em meados de 2026, como linha 2027. O modelo continuará com a plataforma CMF-A e o monobloco atuais, mas receberá mudanças significativas na carroceria, incluindo capô, para-lamas, portas laterais e porta-malas.
O visual será inspirado no Kwid E-Tech elétrico importado da China, trazendo modernização externa e interna. O objetivo da Renault é manter o Kwid como o carro mais vendido da marca no segmento de entrada, cada vez mais abandonado pela concorrência.
A produção ocorrerá em São José dos Pinhais (PR), dentro do ciclo de investimentos de R$ 3,8 bilhões da Renault, em parceria com a chinesa Geely. O modelo terá painel renovado, central multimídia, quadro de instrumentos digital de 7 polegadas, volante multifuncional e novos comandos do ar-condicionado. A central multimídia de 10 polegadas será compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, seguindo o padrão do E-Tech.

Dimensões e motorização
As dimensões do novo Kwid serão semelhantes às do Kwid E-Tech: 3,70 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura, com entre-eixos de 2,42 m. Pequenas alterações incluem aumento de 1 cm na largura, 3 cm na altura e redução de 3 cm no comprimento.
O conjunto motriz manterá o motor 1.0 SCe aspirado flex de três cilindros e 12 válvulas, com potência entre 71 cv e até 82 cv caso seja adotado o variador de fases usado em antigos Sandero e Logan. O câmbio seguirá manual de cinco marchas, mas a trambulação será ajustada, trocando o varão por cabo.





