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MATO GROSSO DO SUL

Acidente com três carretas e Jeep deixa uma pessoa morta na BR-163

Vítima ainda não identificada estava no Jeep Compass; colisão ocorreu no fim da tarde desta sexta-feira (23)

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Uma pessoa ainda não identificada morreu após um grave acidente envolvendo três carretas e um Jeep Compass na BR-163, no trecho entre os municípios de Caarapó e Dourados. A colisão ocorreu no fim da tarde desta sexta-feira (23) e mobilizou equipes de resgate e forças de segurança.

De acordo com informações do portal Caarapó News, a vítima estava no Jeep Compass e morreu ainda no local do acidente. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a dinâmica da colisão, que envolveu ao menos quatro veículos. As circunstâncias que levaram ao impacto seguem sendo apuradas.

Com a força da batida, os veículos ficaram com danos severos, especialmente o Jeep e as carretas envolvidas. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar atendimento no local e realizar os procedimentos de resgate e segurança da área.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também atuou na ocorrência, realizando o controle do tráfego na rodovia durante os trabalhos de atendimento, o que provocou lentidão no trecho. Não há informações oficiais sobre outros feridos.

A concessionária Motiva Pantanal, responsável pela administração da BR-163, informou que acompanha o caso e presta apoio às autoridades responsáveis pela ocorrência.

O corpo da vítima foi encaminhado para os procedimentos legais, e a identificação deve ser confirmada após os trabalhos periciais.

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Gás do Povo chega à Campo Grande nesta segunda-feira (26)

Programa pretende combater pobreza energética, definida como a dificuldade de uma família ter acesso a serviços de energia essenciais e modernos, como iluminação, aquecimento, etc.

25/01/2026 13h52

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social , Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo deve estar em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias serão beneficiadas.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social , Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo deve estar em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias serão beneficiadas. Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Nesta segunda-feira (26) o Programa Gás do Povo passa a atender também Campo Grande, em uma segunda fase onde à partir de agora, em todas as capitais brasileiras estão abrangidas. 

Ao todo, são 950 mil novas famílias de 17 capitais que passam a receber o vale para recarga gratuita do botijão de gás de cozinha (GLP) de 13 quilos (kg), que pode ser utilizado em mais de 10 mil revendedoras credenciadas em todo o país.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social , Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo deve estar em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias serão beneficiadas.

O programa pretende combater a pobreza energética, definida como a dificuldade de uma família em ter acesso a serviços de energia essenciais e modernos, como iluminação, aquecimento, refrigeração e energia para cozinhar.

De acordo com o governo, o programa traz vantagens não apenas para as famílias de baixa renda, mas para a saúde pública. O MDS ressalta que o acesso ao botijão reduz o uso de alternativas perigosas (como lenha, carvão e querosene) para o cozimento, diminui riscos de doenças respiratórias e queimaduras e garante acesso a fontes de energia limpas e seguras.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, ressalta que o programa ajuda diretamente no orçamento das famílias. “O benefício alivia o orçamento familiar dos mais pobres, que podem destinar o dinheiro que gastariam no botijão para comprar alimentos ou suprir outra necessidade básica”, afirma. O Auxílio Gás, benefício atual que permite a compra de um botijão de 13 kg a cada dois meses por cerca de 4,4 milhões de famílias de baixa renda, será substituído.

O que muda nesta etapa

  • Inclusão de 950 mil novas famílias no programa
  • Expansão para 17 capitais que ainda não participavam
  • Cobertura passa a alcançar todas as capitais do país
  • Vale pode ser usado em mais de 10 mil revendas credenciadas

Além de Campo Grande, a partir de 26/01 passam a ser incluídas também: 

  • Aracaju (SE)
  • Boa Vista (RR)
  • Brasília (DF)
  • Cuiabá (MT)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • João Pessoa (PB)
  • Macapá (AP)
  • Maceió (AL)
  • Manaus (AM)
  • Palmas (TO)
  • Porto Velho (RO)
  • Rio Branco (AC)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • São Luís (MA)
  • Vitória (ES)

Quem tem direito ao Gás do Povo

Para receber o benefício, a família precisa:

  1. •    Ser beneficiária do Bolsa Família;
  2. •    Ter ao menos duas pessoas no núcleo familiar;
  3. •    Ter renda per capita de até meio salário-mínimo;
  4. •    Estar com o Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses;
  5. •    Ter o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do Responsável Familiar regular, sem pendências.

Como usar o vale do gás

O benefício pode ser acessado de diferentes formas:

•    Aplicativo Meu Social – Gás do Povo;

•    Cartão do Bolsa Família (com chip);

•    Cartão de débito da Caixa;

•    Informar o CPF do Responsável Familiar na maquininha da revenda e receber código por SMS.

Onde consultar o benefício

•    Aplicativo Meu Social – Gás do Povo, disponível para os celulares dos sistemas Android e iOS;

•    Página oficial do Gás do Povo no site do MDS;

•    Portal Cidadão Caixa;

•    Caixa Cidadão: 0800-726-0207.

Canais para tirar dúvidas

•    Disque Social 121 (MDS);

•    FalaBR, do Governo Federal <https://falabr.cgu.gov.br/web/home>;

•    SAC Caixa: 0800-726-0101;

Próximos passos do programa

•    Cobertura em todos os 5.571 municípios do país até março;

•    Atendimento de 15 milhões de famílias nos próximos dois meses;

•    Substituição definitiva do antigo Auxílio Gás, com foco na recarga direta do botijão.

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Brasil tem vantagem competitiva para lidar com IA, mas mão de obra insuficiente

O avanço acontece em um cenário de crescimento recorde dos investimentos em tecnologia por parte das instituições

25/01/2026 13h00

Crédito: Rawpick/Freepick

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As discussões sobre a aplicação de ferramentas de inteligência artificial no mercado financeiro brasileiro estão bastante aquecidas. O avanço acontece em um cenário de crescimento recorde dos investimentos em tecnologia por parte das instituições e de maior atenção do Banco Central ao assunto, embora a criação de normas específicas sobre o tema ainda não esteja prevista no curto prazo.

Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com a Deloitte, mostram que os bancos brasileiros investiriam R$ 47,8 bilhões em tecnologia até o fim de 2025, tendo uma parcela significativa desse investimento destinada a soluções de IA, big data e Analytics. No cenário global, o movimento é semelhante. Segundo a IMARC Group, o mercado mundial de IA aplicada a fintechs pode chegar a US$ 97,7 bilhões até 2033.

Ainda que em um ambiente de crise financeira global seja impulsionado por mecanismos de IA, profissionais e estudiosos da área acreditam que a solidez do sistema bancário brasileiro coloca o País em uma situação relativamente privilegiada, o que não deve ser confundido com imunidade.

Eles apontam que o Brasil tem um dos sistemas financeiros mais digitalizados e regulados do mundo, que conta com forte infraestrutura de pagamentos instantâneos, o avanço do Open Finance e a atuação de um Banco Central tecnicamente robusto.

"O Brasil tem uma arquitetura muito sólida para lidar com riscos de liquidação e crises de informação. Isso nos dá vantagem, mas não nos torna imunes", afirma o professor André Filipe Batista, especialista em ciência de dados e coordenador do Centro de Ciência de Dados do Insper.

Para ele, a combinação entre digitalização avançada e capacidade regulatória cria uma janela de oportunidade para o País se tornar referência em arquitetura de confiança digital, conceito que envolve transparência algorítmica, diversidade de modelos, supervisão humana e combate a fraudes.

Ivo Mósca, diretor de Inovação, Produtos, Serviços e Segurança da Febraban, reforça essa visão, destacando a resiliência histórica do sistema financeiro nacional e a capacidade de reação rápida do regulador diante de novas ameaças, como crimes digitais e golpes envolvendo IA. Ainda assim, afirma, há desafios estruturais importantes.

O principal deles é a escassez de mão de obra qualificada em tecnologia, incluindo docentes na área. Enquanto países como Índia e China formam centenas de milhões de profissionais na área, o Brasil ainda avança em ritmo mais lento, diz.

"A inteligência artificial pode ajudar a acelerar esse processo, mas ela não substitui investimento em educação, formação docente e infraestrutura", afirma o executivo.

Na visão de Ticiana Amorim, o caminho passa por uma combinação de regulação clara, governança corporativa e ética. Muitas empresas brasileiras já adotam políticas internas para o uso responsável da IA, mas o risco de uso indevido, fraude e desinformação permanece. "A regulação sempre vai andar um passo atrás da tecnologia. Mas o desafio é garantir segurança e estabilidade; não é sufocar a inovação", diz.

Com esse objetivo, as entidades nacionais vêm buscando trabalhar em conjunto. Uma das iniciativas recentes é o Plano Brasil Digital+, que deixou de ser um plano e passou a se tornar uma associação. Trata-se de um grupo multissetorial e colaborativo, criado com o objetivo de posicionar o Brasil como líder nas cadeias globais de valor digital até 2030 e além, impulsionando o crescimento econômico, a inovação e a inclusão social por meio do uso estratégico das tecnologias digitais.

Inicialmente liderado pela Brasscom (associação de empresas de tecnologia de informação), o grupo tem hoje 80 associados no Brasil e no exterior, entre eles agentes como a CNI, a Fiesp e a Febraban. A ideia é unificar esforços do governo, setor privado e sociedade para criar um ambiente digital competitivo.

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