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O que é fundamental para segurança cibernética?

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À medida que a sociedade avança em direção a uma crescente dependência da tecnologia e do universo digital, a preocupação com a segurança cibernética se torna uma questão de extrema importância. A constante evolução dos ciberataques, tanto em termos de complexidade quanto em sua frequência, torna imperativo considerar a conscientização e o investimento em segurança cibernética como elementos fundamentais na defesa contra essas ameaças.

No âmbito internacional, outubro é reconhecido como o Mês de Conscientização sobre Segurança Cibernética, campanha que teve início nos EUA em 2004 e que tem como objetivo promover a segurança digital em escala global. Essa ocasião se trata de uma importância crucial para avaliar como as questões de segurança cibernética estão sendo abordadas pelas empresas e pelas organizações.

De acordo com o relatório Cyberwarfare In The C-Suite, da Cybersecurity Ventures, os custos globais do cibercrime para as organizações estão projetados para aumentar alarmantemente a uma taxa de 15% ao ano, alcançando a assombrosa cifra de US$ 10,5 trilhões anualmente até 2025.

Esse aumento dramático nos custos do cibercrime nos ressalta que os cibercriminosos continuam a aprimorar constantemente suas táticas para explorar vulnerabilidades no interior das empresas.

No Brasil, a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em 2020 ampliou as obrigações das empresas em relação à proteção de dados pessoais. 

As normas ISO relacionadas à segurança da informação também estão evoluindo para incorporar a “privacidade de dados pessoais”. Essa mudança evidencia a crescente interconexão entre a segurança da informação e a proteção de dados, tornando-as essenciais nas organizações para evitar vazamentos e ameaças externas.

Os cibercriminosos têm como alvo primordial dados e informações pessoais, os quais podem ser explorados em golpes e fraudes. O vazamento de dados pode acarretar sérias consequências, desde prejuízos financeiros até danos à reputação da empresa. No Brasil, dados da empresa Netscout indicam que o País 
é o principal alvo de cibercriminosos na América Latina, com mais de 285 mil ataques registrados durante o segundo semestre do ano anterior.

Entre as ameaças cibernéticas mais prevalentes estão o phishing, no qual os criminosos tentam enganar as vítimas por meio de e-mails e mensagens fraudulentas; o ransomware, que criptografa os dados do usuário em troca de resgate; e o ataque DDoS (ou Distributed Denial of Service), que sobrecarrega sistemas, redes ou sites com tráfego, tornando-os inacessíveis aos usuários legítimos.

Para garantir uma infraestrutura sólida e atualizada, as empresas devem investir na gestão da segurança da informação. Além disso, é essencial manter os profissionais atualizados quanto às melhores práticas em segurança da informação por meio de programas educacionais, treinamentos e simulações.
Uma abordagem de três camadas de defesa é fundamental: os gestores de negócios devem assumir responsabilidades críticas, ajustando políticas de segurança da informação e monitorando o cumprimento delas.

Uma equipe multidisciplinar dedicada à segurança, composta por profissionais especializados em gestão de segurança da informação, em aspectos forenses, em cibersegurança e em inteligência cibernética, é necessária para uma defesa eficaz.

Auditorias competentes devem ser conduzidas para validar e promover a melhoria contínua em cibersegurança, e parcerias podem ser estabelecidas para reforçar as competências essenciais.
A segurança cibernética não deve ser relegada apenas ao departamento de TI, mas é crucial estabelecer uma cultura de segurança em toda a organização, na qual cada funcionário desempenhe um papel fundamental na defesa contra ameaças cibernéticas. Com conscientização e investimento apropriados, é possível forjar uma estratégia sólida para garantir a segurança da empresa e prepará-la para enfrentar incidentes cibernéticos com total confiança.

Giba Um

"Lutei o bom combate, como todo cristão. Minha história não acaba aqui. Tenho 46 anos, currículo...

...e uma vida limpa. Passei por cinco meses de desconstrução de imagem; com toda sorte de mentiras ocorreu para me desconstruir. Sabemos quem promoveu tudo isso", de Jorge Messias (AGU), sem citar Davi Alcolumbre

04/05/2026 06h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Aliados de Flávio Bolsonaro têm questionado, nos bastidores, o papel de seu amigo Marcello Lopes na pré-campanha. O ex-policial civil trabalhou em um governo do PT no DF (Agnelo Queiroz ) e é dono de uma agência de publicidade que atende o BRB, envolvido na fraude do Master, Foi investigado pela PF por interceptação de e-mails de adversários e foi exonerado da Casa Militar.

MAIS: Lopes tem dito que sua atuação tem sido apenas de contribuição, ideias e apoio estratégico. Pode haver, contudo, participação mais efetiva. Se acontecer, avisa que se licenciará da presidência de sua empresa. E, sobre as críticas do PL, Marcello afirma que "não me parece produtivo nem proporcional ao que de fato está acontecendo". O candidato Flávio gosta de ter Marcello a seu lado e ouve suas ideias.

Giba Um

Momento mãe

A coragem é o princípio que guia a vida da atriz e modelo Camila Queiroz, e isso não é mera coincidência, pois ela a estampou em uma tatuagem em seu braço. Aos 14 anos, saiu de Ribeirão Preto para São Paulo após vencer um concurso e começar na moda. Vieram Japão, Nova York e, aos 21, o retorno ao Brasil para brilhar em Verdades Secretas. Desde então, construiu uma carreira sólida na TV e no streaming. Hoje, perto dos 33, vive um novo capítulo: a maternidade. Clara, sua filha com Klebber Toledo, nasceu em dezembro de 2025. Camila, que se afastou das redes para viver tudo de perto, neste mês aparece graciosamente na capa e nas páginas da Marie Claire Brasil, ao lado da filha. “Consegui estar presente em todos os dias da vidinha dela”. E resume o sentimento: “É muito maior do que eu imaginava”. A maternidade sempre esteve ali. “Eu sempre quis ser mãe”. Mas ela esperou o momento certo, equilibrando sonhos e carreira. Sobre voltar à forma física, fala com sinceridade: “Demoramos dez meses para formar um bebê. Por que voltar ao corpo antes em dois?”. Ao lado de Klebber, que divide de verdade os cuidados, Camila também reconhece seus privilégios e a importância de apoio. Entre pausas e novos projetos, ela redescobre quem é. “Hoje eu sou a mãe da Clara. Ainda estou voltando a ser a Camila”. Sem pressa, reorganiza sua trajetória profissional, conciliando grandes produções, como as gravações de Casamento às Cegas e, em breve, a sequência de Beleza Fatal. A diferença agora reside no critério de escolha: os projetos precisam se ajustar ao seu novo estilo de vida. O amor pelo ofício, porém, continua sendo sua maior motivação. “Eu amo trabalhar. Isso me mantém viva, é um combustível absurdo para mim”.

Messias: derrota estava planejada

Depois de cinco meses sem conversar com Lula, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, esteve ao lado do presidente em dois eventos (e conversou com o então indicado Jorge Messias uma única vez, às escondidas), ouviu governistas e até religiosos, dando a impressão de que poderia ajudar na eleição do advogado-geral da União para o STF. Ledo engano: Alcolumbre nunca desculpou Lula por não ter avisado que indicaria Jorge Messias, sabendo que o presidente do Senado queria Rodrigo Pacheco. Resumo da ópera: estava tudo cuidadosamente planejado, até mesmo os votos da CCJ. Agora, muitos acham que a derrota de Messias deve abrir caminho para que o próximo presidente da República possa indicar quatro nomes para compor o Supremo, mudando a correlação de forças que hoje existe no tribunal. Interlocutores de Alcolumbre acham que ele só analisaria um novo nome depois das eleições. De uma coisa ele tem certeza: Lula jamais indicaria Rodrigo Pacheco. Sorria como sujeição à chantagem de Alcolumbre. E Bruno Dantas, outro nome de que o presidente gosta, enfrentaria resistências: o ministro do Tribunal de Contas da União é próximo a senadores do MDB. A oposição prefere que Lula deixe a indicação para o próximo governo. Seria uma capitulação, já que Lula é candidato ao quarto mandato.

Primeiro a sair

No terceiro mandato, Lula sofreu uma derrota inédita nos últimos 132 anos. Desde 1894, na gestão de Floriano Peixoto, o Senado não rejeitava um indicado ao Supremo. Nos corredores do Congresso, uma das planilhas que circulavam entre lulistas contabilizava votos inexistentes a favor de Messias. Um deles era do senador Alessandro Vieira, defensor da Lava Jato e crítico do Supremo. Algumas defecções eram visíveis. Preterido por Lula, Rodrigo Pacheco foi o primeiro senador a deixar o plenário, assim que o painel foi aberto. Preferia não participar do resultado planejado por seu amigo pessoal Davi Alcolumbre. Derrota anunciada, muitos aliados defendem que Lula demita todos os indicados por Alcolumbre, mesmo sabendo dos riscos: ele comanda a Casa.

Giba Um

Se valorizando

Quando Meryl Streep ofereceu sua performance icônica como a temível Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada, lançado em 2006, parecia que o destino estava traçado. No entanto, a realidade poderia ter sido bem diferente. Antes do “sim”, veio um sonoro “não”. E não por drama, mas por valor. “Eu sabia que seria um sucesso. Li o roteiro e era ótimo”. Assim, mesmo ao receber a proposta inicial, ela não hesitou em declinar: “Eles me ligaram com uma oferta e eu disse: ‘Não. Eu não vou fazer isso’”. Na época com 56 anos, já consagrada, fez algo simples e poderoso: posicionou-se. Em um mercado que muitas vezes subestima mulheres maduras, Meryl decidiu testar até onde iam. “Eu queria ver se, ao dobrar meu pedido, eles aceitariam. Eu senti que eles precisavam de mim”. E aceitaram. Resultado? Um novo contrato milionário, um cachê na casa dos US$ 4 milhões. Mas nem tudo era confiança absoluta. “Eu já me considerava velha, pronta para me aposentar”, admitiu. Mas completou com firmeza: “Eu queria o papel, mas, se não aceitassem, tudo bem”. O detalhe é que o projeto só saiu do papel de fato depois que ela disse o “sim” final. O desfecho, todos sabem: um fenômeno mundial, muitos prêmios e uma personagem inesquecível, com uma sequência lançada 20 anos depois — tudo fruto de um “não” decidido.

Giba Um

"Jogando parado"

Muita gente acha que Flávio Bolsonaro parece não estar se mexendo desde que foi lançado candidato a presidente em dezembro do ano passado. Um integrante de sua campanha, de total confiança do candidato, não esconde: "Enquanto o PT estiver nos ajudando, o Flávio vai continuar jogando parado. Mas todo cuidado é pouco. Está tudo no piloto automático. O problema é se, de repente, cair um raio na asa, porque o avião está sem piloto para enfrentar uma crise".

"Novo Desenrola"

O programa do governo para aliviar as dívidas dos brasileiros, que o presidente Lula deve lançar esta semana, começou sendo chamado de "Desenrola 2", mas já virou "Novo Desenrola". O governo Lula deve aportar entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões ao Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir eventuais calotes na renegociação das dívidas. Estima-se que sejam liberados de R$ 4 bilhões a R$ 7 bilhões do FGTS para o público elegível, com o objetivo de saldar os compromissos com os bancos. Paralelamente, discute-se um modelo que dê alívio às micro, pequenas e médias empresas que registram taxa de inadimplência de 6%, o maior patamar registrado pelo BC.

Pérola

"Lutei o bom combate, como todo cristão. Minha história não acaba aqui. Tenho 46 anos, currículo e uma vida limpa. Passei por cinco meses de desconstrução de imagem; com toda sorte de mentiras ocorreu para me desconstruir. Sabemos quem promoveu tudo isso",

de Jorge Messias (AGU), sem citar Davi Alcolumbre.

Transparência

Se Jorge Messias saísse vitorioso na votação do Senado, na semana passada, Edson Fachin, presidente do Supremo, poderia contabilizá-lo como mais um integrante da Corte favorável à implantação de código de conduta, sem aspas. Ou seja, normas que incluam, por exemplo, a transparência total em torno da remuneração de um ministro ao cobrar por uma palestra (alguns ministros acham que, por segurança, esse dado deve permanecer secreto). Messias, a propósito, não é do time de palestras pagas. Ainda assim, os contrários à transparência sobre seus ganhos continuarão sendo maioria: serão seis entre os 11 ministros.

Líder das pesquisas

Líder na corrida pelo Senado em São Paulo, de acordo com a nova pesquisa Genial/Quaest, a ex-ministra Simone Tebet (PSB) já descartou a possibilidade de concorrer ao cargo de vice-governadora na chapa de Fernando Haddad. Ela diz que, eleita senadora no Mato Grosso do Sul em 2014, agora é a "hora de ampliar horizontes". A pesquisa mostrou Tebet com 14% das intenções de voto e, em um cenário com menos nomes, ela chega a 15%. Em segundo, Márcio França (PSB) e, em terceiro (sem França), Marina Silva (Rede). Detalhe: França não topa a ideia de ser vice de Haddad, o que ele queria fazer com Simone, que tem sua candidatura já acertada pela cúpula do PSB.

Contratos já existentes 1

Sem grandes leilões previstos para 2026, o governador Tarcísio de Freitas trabalha para evitar um vácuo na agenda de infraestrutura, área em que nada de braçadas. A estratégia, agora, passa menos por novos leilões e mais por extrair investimentos adicionais dos contratos já existentes. A orientação é intensificar as tratativas com concessionárias para destravar projetos de expansão e antecipar aportes relevantes. Interlocutores do setor estimam que o valor pode chegar a R$ 20 bilhões.

Contratos já existentes 2

Em ano de campanha à reeleição, essa é uma boa quantia para se alardear. Um dos principais focos dessa agenda é a negociação com a Ecorodovias em torno da construção de uma terceira pista do Sistema Imigrantes. O projeto, ainda em fase de estudos e modelagens, é tratado como uma das iniciativas prioritárias do governo paulista para ampliar a capacidade de ligação entre a capital e o litoral. As estimativas apontam para um investimento entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões.

Ameaça de implosão 1

A derrota de Lula, com a recusa do Senado à indicação de Jorge Messias, pode provocar uma implosão no núcleo de articulação política do governo. Na semana passada, depois de votações, já se falava no Planalto da possibilidade de substituição de Randolfe Rodrigues (PT-AP) na liderança do governo no Congresso. A rejeição a Messias pode funcionar como catalisador de uma insatisfação que já vinha se acumulando na base governista. O nome de Randolfe é visto por muitos como um líder que não lidera.

Ameaça de implosão 2

Randolfe já foi alvo de críticas em outros episódios de desarticulação. O mais recente foi a CPMI do INSS, quando o governo perdeu o comando da comissão para a oposição. Carlos Viana, do Podemos de Minas Gerais, foi eleito presidente do colegiado por 17 votos a 14, em uma derrota que atingiu diretamente o Planalto e o próprio presidente do Senado. Randolfe admitiu que "entrou de salto alto" e "subestimou o adversário". Ele também foi criticado por dificuldades em construir acordos para análise de vetos presidenciais. A pressão contra ele tende a vir de mais de um flanco. O primeiro é o ministro da Secretaria das Relações Institucionais, José Guimarães.

Mistura Fina

Escolhido pelo ex-governador Romeu Zema (Novo) como seu candidato à sucessão em Minas Gerais, o atual governador Mateus Simões (Novo) enfrenta desafios na corrida à reeleição e, por enquanto, aparece na quarta posição entre os principais nomes colocados no pleito (tem 4% das intenções de voto). O baixo desempenho se soma a uma piora captada na pesquisa Genial/Quaest na aprovação do governo Zema entre eleitores mineiros.

Simões assumiu em março, após Zema se desincompatibilizar do cargo para disputar a Presidência. O levantamento mostra que 68% dos entrevistados afirmam não conhecer o atual chefe do Executivo mineiro a cinco meses do pleito. O índice supera o registrado pelos principais rivais, que têm taxas de desconhecimento entre 31%, caso do ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT), e 41%, caso do senador Cletinho (Republicanos), que lidera a disputa em diversos cenários. Rodrigo Pacheco tem 23%.

O Brasil é o país do "footwashing": ao renovar a parceria com o Flamengo até 2029, o BRB ganha um lugar de destaque no escrete de instituições financeiras encalacradas que tentaram higienizar sua reputação unindo-se a clubes de futebol. Outro exemplo é o da Fictor, que se notabilizou pela suposta compra do Banco Master. Em março de 2025, o grupo firmou um acordo de patrocínio com o Palmeiras no valor de R$ 30 milhões. Menos de um ano depois, o contrato foi rompido na esteira da recuperação judicial e de denúncias de irregularidades.

E mais: a bola rola e parece repetir o passado. Mesmo depois de ser tragado pelo escândalo do Master e de receber um aporte emergencial de R$ 8,8 bilhões, o BRB decidiu estender a linha com o Flamengo, um acordo de R$ 42 milhões por meio do banco digital Nação BRB Fla, o que beira o surrealismo do terreno.

In - Salada de folhas verdes (mix de alface, rúcula, agrião)
Out - Salada de brotos (alfafa, feijão, lentilha, quinoa etc.)

CLAÚDIO HUMBERTO

"O Congresso reagiu, enfrentou o arbítrio e fez justiça"

Senador Rogério Marinho (PL-RN) sobre a derrubada ao veto de Lula à dosimetria

03/05/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Messias e Lula só tiveram reunião privada até 2024

Lula (PT) e Jorge Messias (AGU) fazem pose de amigos fraternais, mas a agenda oficial sinaliza que o petista não se empenharia pelo escolhido para a vaga de Luís Roberto Barroso como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). De fato, Lula não pediu voto para Messias a qualquer senador. Os encontros privados entre os dois só ocorreram até 2024 e, ainda assim, cada vez menos. Lula não repetiu 2023, quando recebeu Messias por dez vezes. Mais do que qualquer deputado ou senador.

Me erra

Em 2024, após Lula escantear o “Bessias” e escolher Flávio Dino para a vaga de Rosa Weber, foram só quatro despachos privados.

Diga que não estou

Não há, na agenda oficial de Lula, registro de encontros com o AGU em 2025. Nem mesmo este ano, lançado à própria sorte para tentar o STF.

Se vira

O abandono de Lula ficou evidente após a indicação ao Supremo. O petista não se deu ao trabalho de ligar e avisar o presidente do Senado.

Nem vem

Messias não é o único que Lula não teve interesse em receber este ano. Ao menos 13 ministros ainda não foram recebidos pelo petista em 2026.

Derrotas seguidas apontam problemas para Lula

As duas grandes derrotas do governo Lula (PT) no Congresso Nacional semana passada, primeiro com a rejeição histórica do seu indicado ao Supremo Tribunal Federal Jorge Messias e depois com a derrubada do veto à lei que vai reduzir penas dos condenados pelo 8/jan, prenunciam dificuldades que as pesquisas já indicam que o presidente vai enfrentar nas eleições. A média das seis principais pesquisas de segundo turno divulgadas em abril apontam Flávio com 44,8% e Lula com 44,3%.

No segundo turno

Lula lidera numericamente as pesquisas Nexus/BTG e CNT/MDA, Flávio está à frente na Atlas/Intel, Genial/Quaest, Apex/Futura e Datafolha.

Esperança petista

Nas simulações de primeiro turno, todos os seis institutos apontam liderança numérica de Lula, com até cinco pontos de vantagem.

Proibido

Até mesmo resultados de plataformas de previsão e apostas, agora proibidas no Brasil, indicam chance cada vez menor de vitória de Lula.

Sem risco

Após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a governadora do DF, Celina Leão (PP), tranquilizou servidores e brasilienses: o Banco de Brasília (BRB) não será liquidado.

Quase dois terços

Os 318 deputados que votaram pela derrubada do veto de Lula (PT) à Lei da Dosimetria são suficientes até para alterar a Constituição. Eles representam 62% de toda Câmara. Os 49 senadores, 60,4%.

Liberou geral

Tanto o PSD, quanto o MDB, partidos que têm somados seis ministérios no governo petista, liberaram suas bancadas no Senado para a votação da derrubada do veto de Lula (PT) à Lei da Dosimetria.

Farmou aura’

Júlia Zanatta (PL-SC) contou que um jovem disse que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estava “farmando aura” na sessão da Dosimetria. Ao perguntar o significado, ele explicou: “Acumula carisma e moral”.

Nome definido

Pré-candidato ao Senado em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) reafirmou que a família Bolsonaro apoiará o nome do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) ao Senado, em Goiás.

Coluna CH, 28 anos

A Coluna Cláudio Humberto completa 28 anos neste domingo (3). Até hoje, são 10.227 edições ininterruptas desde 1998, passando por 14 eleições (gerais e municipais), oito legislaturas e cinco presidentes.

Impacto

O deputado Evair de Melo (PP-ES), avalia que há uma percepção crescente de desorganização e perda de credibilidade em órgãos como a Polícia Federal: “Decisões e posicionamentos impactam sua autonomia”.

Reconhecimento

Foi aprovado na Câmara, o projeto que estabelece jornada mensal de 144 horas para agentes da Segurança Pública. De autoria do deputado Sargento Portugal, a proposta remunera em dobro trabalho em feriados.

Pergunta na caneta

Tem prêmio de consolação para rejeitado ao STF?

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Zona excelente

Disputando o governo do Paraná com Jayme Lerner, em 1994, Álvaro Dias resolveu apresentar algumas propostas que considerava inovadoras, como a criação de certas “zonas de excelência industriais”. Dias chegou em Realeza e, claro, prometeu a plenos pulmões, em discurso, que levaria ao município uma “zona de excelência”. O prefeito o interrompeu, preocupado: “O senhor explique melhor essa história porque vai ter gente achando que ‘zona de excelência’ é bordel com cama redonda e espelho no teto....”.

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