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"Preciso saber se estou indo bem"

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O livro "Preciso saber se estou indo bem", de Richard L. Williams, é uma leitura essencial para empreendedores que buscam aprimorar suas habilidades de liderança e criar ambientes de trabalho mais produtivos e harmoniosos.

A obra oferece insights valiosos sobre a importância do feedback contínuo e construtivo, elemento chave para o desenvolvimento pessoal e profissional. Vamos explorar como esses ensinamentos podem ser aplicados diretamente no cotidiano empresarial e como eles podem transformar a relação entre líderes e colaboradores.

Williams destaca que o feedback constante é fundamental para o crescimento de qualquerequipe. No ambiente empreendedor, onde as mudanças são rápidas e as demandas são altas, é vital criar uma cultura onde a troca de feedback seja regular e aberta.

Por exemplo, na minha época de gestor na Wurth do Brasil, sessões diárias de feedback ajudavam a alinhar expectativas e corrigir rotas rapidamente, garantindo que todos estivessem na mesma página e trabalhando em direção aos mesmos objetivos.

A comunicação clara e direta é outro ponto crucial abordado no livro.

Muitos empreendedores enfrentam desafios na comunicação, o que pode levar a mal-entendidos e frustrações. Ser claro em suas expectativas e estar aberto a ouvir as preocupações de seus colaboradores pode evitar muitos problemas e promover um ambiente de trabalho mais coeso. Utilizo sempre esta técnica.

Ao liderar uma equipe, explicitar metas e processos de forma clara pode aumentar a eficiência e reduzir a margem de erro. Reconhecer o trabalho bem feito é uma prática poderosa que Williams enfatiza.

Pequenos gestos de reconhecimento podem ter um impacto significativo na moral e na produtividade da equipe. Em empresas de menor porte, onde cada contribuição é visível, um simples "obrigado" ou uma menção em uma reunião pode fazer maravilhas para a motivação dos colaboradores.

Criar um programa de reconhecimento, com prêmios mensais como viagens ou celebrações de conquistas em restaurantes, podem fortalecer ainda mais esse sentimento de valorização.

O desenvolvimento contínuo dos colaboradores é um investimento que sempre traz retornos positivos. Williams sugere que investir em treinamentos e oportunidades de crescimento demonstra que a empresa valoriza seus funcionários.

Empreendedores podem, por exemplo, organizar workshops periódicos ou apoiar cursos externos que contribuam para o desenvolvimento das habilidades de sua equipe.

É Importante também a participação do líder nestas atividades. Isso não apenas melhora a qualificação dos colaboradores, mas também aumenta a retenção e a lealdade, fatores essenciais para o crescimento sustentável.

Para que o feedback seja realmente eficaz, é necessário um ambiente onde os colaboradores se sintam seguros para expressar suas opiniões sem medo de retaliação.

Empreendedores devem promover uma cultura de respeito e abertura, onde cada membro da equipe se sinta valorizado e ouvido. Isso pode ser especialmente importante em empresas familiares ou em startups, onde as relações pessoais muitas vezes se entrelaçam com as profissionais.

Para aplicar esses princípios de forma prática, empreendedores podem começar estabelecendo sessões de feedback regulares.

Agendar reuniões periódicas para discutir o desempenho e fornecer feedback construtivo ajuda a resolver problemas antes que se tornem críticos. Além disso, oferecer treinamentos que ajudem líderes e colaboradores a melhorar suas habilidades de comunicação, incluindo workshops sobre como dar e receber feedback e técnicas de escuta ativa, podem transformar a dinâmica da equipe.

riar programas que recompensem e reconheçam o esforço e a excelência no trabalho é outra estratégia eficaz.

Trabalhar com cada colaborador para desenvolver um plano de crescimento personalizado mostra que a empresa está investindo no futuro deles e ajuda a alinhar suas metas pessoais com as da organização.
"Preciso saber se estou indo bem" oferece lições inestimáveis que podem ajudar empreendedores e líderes a construir equipes mais fortes e empresas mais bem-sucedidas.

Ao focar na comunicação, no feedback e no desenvolvimento contínuo, é possível criar um ambiente de trabalho positivo e produtivo, onde todos têm a oportunidade de crescer e prosperar. Implementar esses ensinamentos na sua empresa não só melhorará o desempenho e a moral da equipe, mas também solidificará a base para um crescimento sustentável e uma liderança eficaz.

Convido você, empreendedor, a aplicar esses princípios em seu negócio e observar as transformações positivas que podem ocorrer. E se você busca se aprofundar mais em práticas de liderança eficazes, considere participar dos nossos cursos e workshops, onde exploramos essas e outras estratégias para o sucesso empresarial.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Comprovação definitiva de que o governo está sem rumo e sem chão"

Senador Ciro Nogueira (PP-PI) sobre Guilherme Boulos, de extrema-esquerda, virar ministro

06/03/2025 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Especialistas: liberar FGTS faz disparar inflação

A decisão de Lula (PT) de injetar R$12 bilhões na economia liberando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), objetiva estimular o consumo, que o Banco Central luta exatamente para desestimular, e por isso deve fazer disparar a inflação, segundo os especialistas. Werton Oliveira, da Ekonomy Consultoria Econômica, confirma o risco na alta da inflação e prevê que isso pode fazer o BC alongar o ciclo de alta da taxa de juros, passando os 15%, algo que não acontece desde 2006”. 

Oferta e demanda simples

Oliveira explica que mais dinheiro circulando pode aumentar a demanda por bens e serviços, pressionando preços, caso a oferta não cresça.

Qualidade do gasto

Segundo João Fossaluzza, da EXP Empresarial, o efeito inflacionário dependerá da velocidade e destino do gasto pelos beneficiados.

Inflação de alimentos

Há risco elevado de que a liberação desses recursos pressione ainda mais a inflação, especialmente nos itens alimentícios, diz Fossaluzza.

Salários corroídos

Os especialistas concordam que o FGTS liberado pode aliviar famílias endividadas, mas a inflação corrói o poder de compra dos salários.

Ação em Londres contra Mastercard rendeu 74 reais

Decisão da Justiça de Londres, de há duas semanas, vem preocupando municípios mineiros e vítimas do desastre de Mariana. Tramitando havia 9 anos, ação de consumidores contra a Mastercard, terminou com o escritório de advocacia ganhando 18 milhões de libras (R$134 milhões), enquanto os lesados levaram só 10 libras (74 reais) cada. Os lesados sonhavam embolsar de 10 a 14 bilhões de libras, mas um acordo reduziu o sonho a 200 milhões. Temendo desfecho semelhante na ação contra a BHP em Londres, crescem as adesões ao acordo oficial no Brasil.

Municípios vazam

Até agora, já são vinte os municípios que optaram pelo acordo no Brasil, deixando escritório Pogust Goodhead (PG) falando sozinho. 

Prazo fatal próximo

Vence em duas semanas o prazo final para adesão ao acordo costurado pelo governo brasileiro com a indenização recorde de R$120 bilhões.

Contrato maroto

As cidades deixam a ação no Reino Unido após a PG tentar impor novo contrato com punição para quem receber dinheiro no acordo brasileiro.

Apenas maluquice

A plantação sobre o deputado de extrema-esquerda Guilherme Boulos na Secretaria Geral foi um “balão de ensaio”, mas a mídia ativista tenta viabilizar o que era “apenas uma maluquice”, como disse Lula a amigos.

Crime tem opinião

Juíza aposentada no Rio, que honrou a magistratura metendo poderosos bicheiros na cadeia, adora desfile na Sapucaí. E ironiza: “Não tem nada mais importante do que crítica social feita por bicheiro e traficante”.

Importância relativa

Os ministérios da Cultura e das Relações Exteriores divulgaram com quatro dias de atraso uma nota conjunta sobre o prêmio ao filme “Ainda Estou Aqui” no Oscar. A ministra da Cultura estava ocupada faturando em shows carnavalescos. E diplomacia brasileira já foi mais ágil e atenta.

Palanque particular

Para não voltar à “planície” no Senado, após uma presidência medíocre, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) assumiu o comando da CCJ (Constituição e Justiça) e uma comissão (Defesa da Democracia) que ele próprio criou.

R$50 bi compartilhados

Cláudio Cajado (PP-BA), da Comissão Mista de Orçamento, defendeu os R$50 bilhões em emendas parlamentares para 2025 e compartilhar a execução orçamentária entre parlamentares e membros do Executivo.

Governo adora feriado

O assunto quente da semana do Carnaval na internet foi o futebol, aponta o Google Trends. Nada de política. Corinthians e Real Madrid dominaram as buscas, além do filme “Anora”, grande vencedor do Oscar.

Conta não fecha

Segundo as contas do próprio governo Lula, 13,6% da população (25,9 milhões) recebe algum benefício social em 2025. Após a isenção até R$5 mil, pagadores de impostos serão 10 milhões, diz estimativa da Unafisco.

Censores se animaram

O governo petista adorou previsão de projeto da senadora Damares Alves (Rep-DF) e ex-ministra de Bolsonaro punindo “estelionatário digital” que “prejudicar a honra e a imagem” de vítimas na internet. Já se discute usar o projeto – da oposição – na tentativa de censurar as redes sociais.

Pensando bem...

...tem balão de ensaio que sai furado de fábrica.

PODER SEM PUDOR

O salário do governador

José Aparecido de Oliveira governava o Distrito Federal, em 1985, e não conseguia trabalhar com o barulho de grevistas, diante do Palácio do Buriti. “Vou lá!”, decidiu, irritado. Atravessou a pista sozinho e encarou os manifestantes. “Quanto você ganha?”, provocou um deles, às suas costas. Aparecido se voltou encarando o sujeito, e disparou, dedo em riste: “O que você nunca vai ganhar, porque não gosta de trabalhar!” Os manifestantes caíram na gargalhada. Ele não sabia, mas o provocador era mais um desses grevistas profissionais. Com sua atitude, porém, Aparecido ganhou o respeito deles, obteve o fim da greve e daquele barulho infernal.

ARTIGOS

Mais uma fraude financeira que lesa milhares de brasileiros

05/03/2025 07h45

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No dia 25 de fevereiro, a Receita Federal do Brasil e a Polícia Federal (PF) realizaram uma operação especial com foco na desarticulação de uma organização criminosa que usava a empresa Alpha Energy, com escritórios em Natal (RN) e Barueri (SP), como fachada para a prática de fraudes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro.

Apesar da forma de atuação dos operadores do esquema ainda não estar oficialmente relacionada a uma pirâmide financeira, considerada crime no Brasil, as investigações revelaram que o objetivo era semelhante: captar recursos de investidores com a falsa promessa de rendimentos muito além dos praticados no mercado, supostamente obtidos por meio da comercialização de créditos de energia solar.

De acordo com as investigações, os operadores do esquema conseguiram movimentar mais de R$ 150 milhões, com dinheiro investido por 6.300 pessoas de 732 cidades brasileiras. Pessoas essas que viram seus recursos serem transformados em imóveis, veículos de alto padrão e outros patrimônios para os investigados.

À frente da Alpha Energy estava Danilo Batista, já conhecido da PF por liderar a Manah Mineradora, uma suposta mineradora de ouro que agia com o mesmo modus operandi, ou seja, com a promessa de grandes retornos de investimentos para aqueles que aportavam recursos para a atividade de mineração de ouro divulgada fortemente pela empresa, inclusive com a participação de celebridades.

O que a operação da Alpha Energy e da Manah Mineradora muito tem de parecida é que, apesar de áreas diferentes – uma energia solar, a outra mineração –, ambas dependiam mais da entrada contínua de novos investidores do que suas ações verdadeiramente lucrativas, o que caracteriza um sinal claro de esquema Ponzi. 

Mais além, ambas infringiam os crimes contra o sistema financeiro, crime esses federais, como a oferta pública de investimento coletivo sem autorização de órgão regulador, bem como a oferta de rendimentos, ou seja, funcionando como uma instituição financeira sem autorização do órgão regulador.

O novo caso da Alpha Energy, por todos os números que envolve – tanto de vítimas quanto de localidades e cifras –, mostra que é mais um grave esquema de fraude financeira. As investigações avançam, 
e com elas é fundamental que se tenha um rigoroso acompanhamento das autoridades e do sistema de Justiça brasileiro.

Já há uma associação de consumidores lesados criada para o estudo de estratégia para uma ação civil pública, de modo que coletivamente se busque o ressarcimento de quem acreditou na energia solar como fator de acelerado enriquecimento, mas acabou por se tornar mais uma vítima dos cada vez mais sofisticados esquemas de fraude financeira no País.

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