Política

FÉRIAS DE RIEDEL

Barbosinha assume como governador em exercício até 14 de janeiro

Vice-governador ficará no cargo em função da licença do governador Eduardo Riedel

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O vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, assumiu, nesta terça-feira (2), o cargo de governador em exercício, durante a licença do chefe do Executivo estadual, Eduardo Riedel. Barbosinha fica no comando do Estado até o dia 14 de janeiro.

A transmissão do cargo foi feita pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Gerson Claro (PSDB), que exerceu a função de governador interino entre os dias 26 de dezembro de 2023 até o dia 1º de janeiro de 2024.

No dia 13 de dezembro do ano passado foi publicada a autorização de recesso de Riedel, de 26 de dezembro de 2023 a 14 de janeiro de 2024, período no qual o governador pode se ausentar do Estado e do País.

No discurso de posse, Barbosinha afirmou que o Estado vive um clima de harmonia e confiança, citando indicadores que apontam crescimento econômico e social e momentos importantes, como a aprovação e sanção da Lei do Pantanal.

"O Estado segue no seu ritmo de normalidade e a nossa missão é de auxiliar o governador Riedel. A tarefa de governar e administrar não é pequena para melhorar a condição de vida das pessoas. A sociedade sul-mato-grossense espera que o Estado ofereça respostas para a saúde, educação, infraestrutura, segurança pública e na área social", afirmou. 

Gerson Claro, ao transmitir o cargo, agradeceu a confiança e também ressaltou o bom momento do Estado.

"Cumprimos a missão constitucional num ambiente em que o nosso Estado vive, talvez, de seus melhores momentos da sua história e sigo no compromisso de ajudar a manter o Mato Grosso do Sul neste ritmo", expressou.

Participaram da solenidade de transmissão da função o secretário de Educação, Hélio Daher, o secretário-adjunto de Justiça e Segurança Pública, Ary Carlos Barbosa, o secretário-adjunto da Secretaria de Governo e Gestão Estratégica, Frederico Felini, e a procuradora-geral do Estado, Ana Ali Garcia, entre outros convidados e autoridades.

* Com assessoria

Política

Fachin decide tirar Moraes da relatoria do inquérito das fake news

Relator havia incluído acusações contra André Mendonça no processo

09/09/2026 19h10

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Divulgação/STF

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou o ministro Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (9) e ficam preservadas todas as decisões tomadas por Moraes no processo até a data de hoje.

O inquérito foi aberto pela Corte em março de 2019 e continua em andamento. Na época, o então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, defendeu a medida como forma de combater a veiculação de notícias que atingiam a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. O ministro também nomeou Moraes como relator.

A decisão de Fachin ocorre durante uma crise protagonizada por Moraes e o ministro André Mendonça. Na semana passada, Moraes incluiu acusações contra Mendonça no âmbito do inquérito das Fake News. O relatório dizia que Mendonça teria, em tese, praticado uma série de condutas tipificadas como improbidade administrativa, abuso de autoridade e favorecimento a determinados grupos políticos.

Dias antes, Mendonça havia retirado o sigilo de um relatório da PF que trazia mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro a Moraes. Vorcaro é alvo central da Operação Compliance Zero, que trata da suspeita de fraudes financeiras bilionárias no Master, e está preso atualmente.

Nesta quarta, Fachin determinou a retirada da investigação contra Mendonça do inquérito das fake news. Todo seu conteúdo foi remetido ao próprio presidente da Corte.

stf

Mendonça solta filho do Careca do INSS, que era sócio em empresas investigadas por desvios

Em meio à crise no STF, ministro determina a libertação de filho do empresário investigado por fraudes com aposentadorias

09/09/2026 17h13

Antonio Carlos Antunes, o

Antonio Carlos Antunes, o "Careca do INSS" Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a soltura do filho de Antônio Carlos Camilo, o Careca do INSS. Romeu Carvalho Antunes era sócio do pai em empresas usadas no esquema de descontos a aposentados. Ele fica proibido de se comunicar com os outros investigados.

Na decisão, o magistrado sustenta que Romeu não representa risco suficiente às investigações para justificar a manutenção da reclusão absoluta. Afirma que as novas cautelares impostas são o bastante.

“No caso de ROMEU, entendo que a segregação física integral não mais se mostra necessária na intensidade anteriormente reconhecida. A análise atual deve considerar, cumulativamente, o estágio alcançado pela investigação, a possibilidade de controle objetivo dos deslocamentos do investigado, sua retirada dos ambientes institucionais diretamente associados aos fatos apurados, a vedação de interlocução com investigados e testemunhas e a manutenção de sua vinculação à jurisdição nacional”, diz o magistrado.

Ele também diz que a defesa do réu provou que ele não exercia mais cargo nas empresas da família no período em que os crimes investigados teriam sido cometidos.

“A defesa comprovou que ROMEU havia deixado as funções empresariais. Tais elementos não eliminam, isoladamente, os riscos cautelares, mas possuem relevância na aferição de sua intensidade atual, especialmente quando conjugados com medidas diretamente dirigidas às fontes concretas de risco apontadas na investigação.”

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