Política

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Cama: beleza e conforto

Cama: beleza e conforto

Redação

14/05/2010 - 06h17
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Daniela Pessoa, Bolsa de Mulher

Fazer a decoração de um quarto com lindas luminárias, persianas ou cortinas, tapete, almofadas é uma maneira de deixá-lo com a sua cara, de uma forma confortável... Desde que a decoração de sua cama também esteja combinando. E isso não significa dizer apenas um lençol e colcha bem feitas. A cama é o móvel primordial desse cômodo e, logo, o foco da atenção. A decoração do quarto desaparece se não houver harmonia com o todo.

No mercado, existe uma grande variedade de produtos para compor um jogo de cama decorativo, podendo deixar qualquer pessoa admirada. Um exemplo é o kit de lençol, virol, fronhas, capa de travesseiro, capa de almofadas e um cobre-leito, tudo combinando. Cobre-leito é uma espécie de edredon, só que mais fino, para ser usado em dias não tão frios, e que dá um caimento melhor que o edredon, mais pesado. A dica é esticar bem o lençol, colocar o virol (outro tipo de lençol que fica por cima), e depois o edredon. Dobre a parte do virol por cima do edredon. Com os travesseiros forrados, coloque um sobre o outro ou, então, deixe-os recostados na cabeceira. Os decoradores informam que existem pessoas que gostam de tudo muito certinho, são mais perfeccionistas e preferem sobrepor as almofadas nos travesseiros. Outros fazem o estilo mais arrojado e espalham as almofadas pela cama.

Os homens também são exigentes, gostam de escolher jogos de cama de boa qualidade. Eles sabem que não é só beleza. Eles sabem que para ter conforto é preciso ter qualidade do toque do tecido. Ainda assim, eles ainda pedem mais opinião que a mulher sobre o que levar, se estiverem sozinhos.
Para quem acha que só os adultos gostam de escolher a roupa de cama, fique sabendo que a palavra final nos quartos com decoração infantil realmente é dos “pequenos”. As crianças participam e sabem o que querem. As estampas são de personagens de desenhos animados que estão em voga.

Tecidos e cores
As cores vão depender do gosto de cada um. Pode ser usado, por exemplo, uma tapete e cortina mais básicos e ousar nas cores do jogo de cama. Ou uma colcha mais simples e trabalha mais a cortina, com bordados. Mas tudo em harmonia sempre. E quem gosta de exclusividade pode encomendar roupas de cama de acordo com o tamanho desejado, com o tecido escolhido, na cor que quiser, pedir algum tipo de bordado e outros detalhes que desejar.
Para quem tem um edredon, é possível variar as cores com forros próprios, como se fosse o próprio lençol. Entre os tecidos mais procurados existem o misto (50% poliéster e 50% algodão), o 100% algodão, a malha e o percal de vários fios. A malha é um tecido muito procurado, tanto nos lençóis quanto nos edredons, por ser mais leve e confortável.

Quanto maior o número de fios da malha e do percal, maior a sua nobreza e, por consequência, mais caro. Acima de 180 fios, o toque se torna mais macio e evita o surgimento de “bolinhas”, porque os fios não arrebentam.
Para quem não tem esta habilidade tão aguçada, pode e deve pedir opinião aos vendedores, arquitetos, decoradores e designers de interiores. Tudo pela composição e beleza de um quarto para um resultado aconchegante para os olhos e o restante do corpo.

Política

Lula confirma Dario Durigan no comando da Fazenda, no lugar de Haddad

Haddad disputa as eleições para o governo do estado de São Paulo

19/03/2026 15h45

Divulgação/Governo Federal

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmou nesta quinta-feira, 19, que o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, assumirá a pasta no lugar de Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, nas eleições gerais deste ano.

A confirmação veio quando Lula lia a chamada "nominata" (lista de participantes de um evento) durante a abertura da 17ª Caravana Federativa na cidade de São Paulo.

"Quero cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí. Levanta para as pessoas conhecerem o Dario. Ele será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda, a partir do anúncio do Haddad (sobre a pré-candidatura ao Palácio dos Bandeirantes). Então, pode olhar para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas", declarou o presidente da República.

Lula falou de todos seus ministros. O primeiro foi o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

O segundo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Depois vieram outros ministros. Ao todo, 14 foram nominados pelo presidente.

"Eu vou ler a nominata toda hoje, que eu não costumo ler, pra agradecer, porque estamos chegando no final do mandato de muita gente. E é importante agradecer o trabalho que muitos deputados fizeram para que a gente pudesse chegar até onde nós chegamos aqui", declarou o presidente.

Elogios

Lula disse ainda que Fernando Haddad será reconhecido como o "ministro mais exitoso" da história do ministério da Fazenda, porque "conseguiu aprovar uma reforma tributária que estava há mais de 40 anos para ser aprovada". 

Segundo o presidente, o governo tem feito um "sacrifício enorme" para melhorar a situação econômica do País, aumentando o emprego e a renda da população, mas que alguns acontecimentos tem atrapalhado, como a guerra no Irã e a taxa de juros em nível alto.

Mais cedo, no mesmo evento, Haddad anunciou que a quinta-feira foi seu último dia como ministro da Fazenda.

Em seguida, Lula confirmou que o substituto de Haddad será o até então secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan.

Nova casa

Paulo Duarte deixa presidência do PSB e encaminha filiação ao PSDB

Deputado estadual deve reforçar ninho tucano até o fim do mês

19/03/2026 14h45

Paulo Duarte, Carlão e Ayashi durante a reunião de renúncia ao cargo

Paulo Duarte, Carlão e Ayashi durante a reunião de renúncia ao cargo Foto: Reprodução

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O deputado estadual Paulo Duarte oficializou nesta quinta-feira (19) sua saída da presidência do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e já articula sua filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), de olho nas eleições gerais deste ano.

“Fiz uma carta da renúncia da presidência do partido, tive uma reunião com Ricardo Ayache, que é o vice-presidente, e com o vereador Carlão, que é o presidente do partido em Campo Grande, e a partir de agora deixo oficialmente a presidência. Ainda estou filiado ao PSB, mas como já tinha definido minha saída, resolvi já entregar a presidência”, disse.

A migração para o ninho tucano deve ser concretizada até o fim do mês, conforme já havia sido sinalizado pelo parlamentar.

Nos bastidores, a movimentação ocorre em meio à consolidação do projeto tucano no Estado. Conforme apuração do jornal Correio do Estado, após os deputados federais Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende confirmarem permanência no PSDB, os deputados estaduais Jamilson Name e Lia Nogueira também baterem o martelo pela continuidade na legenda.

O grupo decidiu apostar na formação de duas chapas competitivas (uma para a Câmara dos Deputados e outra para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul ) com o objetivo de garantir reeleições e ampliar as bancadas do partido.

No cenário estadual, a estratégia é reeleger Jamilson Name e Lia Nogueira, além de conquistar pelo menos mais duas cadeiras. Nesse contexto, Name, que chegou a negociar ida para outro partido, é visto como principal puxador de votos.

A chegada de Paulo Duarte ao PSDB deve reforçar esse plano. A expectativa é que ele contribua para fortalecer a nominata e ampliar a representação da sigla na Assembleia. Entre os nomes cotados para compor a chapa estão os vereadores Silvio Pitú, Flávio Cabo Almi e Dr. Victor Rocha.

Caso a estratégia se concretize, o PSDB pode chegar a quatro deputados estaduais na próxima legislatura. Ainda assim, o partido deve sofrer baixas importantes, como Mara Caseiro, Zé Teixeira e Paulo Corrêa, que devem migrar para o PL, além de Pedro Caravina, que deve ir para o PP.

Além das articulações locais, o PSDB também precisa lidar com um desafio nacional: cumprir a chamada cláusula de barreira, mecanismo criado na minirreforma eleitoral de 2017 que exige desempenho mínimo nas urnas para acesso a recursos públicos e tempo de propaganda em rádio e televisão.

Sem atingir esses critérios, a sobrevivência política da legenda fica ameaçada. As exigências aumentam gradativamente até 2030, quando os partidos precisarão eleger ao menos 13 deputados federais ou alcançar 2,5% dos votos válidos para a Câmara.

Para contornar esse cenário, a legislação permite alternativas como a formação de federações partidárias, alianças que funcionam como uma única legenda por no mínimo quatro anos, ou até mesmo fusões entre partidos, somando forças para atingir as metas estabelecidas.

*Colaborou Daniel Pedra

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