Política

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Carlos Bolsonaro faz críticas de só poder visitar o pai na PF em 2 dias da semana

O filho 03 do ex-presidente afirmou que foi impedido de visitar o pai, nesta segunda-feira, 5

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O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), afirmou que foi impedido de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta segunda-feira, 5. Segundo ele, a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Carlos afirmou que a padronização das visitas, determinada por Moraes, eliminou a necessidade de a família protocolar sucessivos pedidos e depender, segundo ele, da "boa vontade" do ministro. Disse também que a restrição ocorre apesar do que classificou como um "momento extremamente delicado de saúde" do ex-presidente.

"O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar - muitas vezes, em vão - a 'boa vontade' do ministro", afirmou Carlos em publicação no X.

A decisão que dispensou a necessidade de autorização individual para as visitas foi tomada na sexta-feira, 2. A medida estabelece o limite de dois familiares por dia, com a determinação de que os encontros ocorram separadamente às terças e quintas-feiras.

Na prática, os horários já vinham sendo utilizados, mas cada visita precisava ser analisada e liberada individualmente pelo ministro. No mês passado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro obteve autorização nos mesmos termos.

Bolsonaro voltou à custódia da Polícia Federal em 1.º de janeiro, depois de passar uma semana internado para a realização de procedimentos médicos. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.

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Postura

Comando das Casas do Parlamento está sendo conivente diante de escândalos, afirma Carlos Viana

Viana ressaltou diversas vezes a importância de que a CPMI seja prorrogada

17/03/2026 23h00

Senador Carlos Vianna

Senador Carlos Vianna Foto: Divulgação

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O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), afirmou nesta segunda-feira (16) que o comando das Casas do Parlamento está sendo conivente diante dos escândalos do Master e do INSS porque os casos chegam a grandes nomes da política. Para o parlamentar seria necessário instalar um comissão para investigar o caso do Banco Master e a não instalação é uma omissão do Legislativo.

Em entrevista ao programa Roda Viva, Viana ressaltou diversas vezes a importância de que a CPMI seja prorrogada para que possa concluir as investigações e aprofundá-las. Quando fala sobre o assunto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Viana disse ouvir que ele analisa o pedido. O senador vê 80% de chance de que o pedido seja aceito. "Sou otimista, mas se não for prorrogada sei que não fui omisso", afirmou.

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Apuração

Quem é Gorete Pereira, deputada que usará tornozeleira após operação sobre fraudes no INSS

Ação é um desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados

17/03/2026 21h00

Deputada federal Gorete Pereira

Deputada federal Gorete Pereira Foto: Câmara dos Deputados

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A deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE) foi alvo de busca e apreensão durante a Operação Indébito, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira, 17.

A ação é um desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em milhares de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Gorete também teve o uso de tornozeleira eletrônica determinado pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

O Estadão pediu manifestação à deputada, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.

Aos 73 anos, Gorete é natural de Juazeiro do Norte (CE). Ela cursou graduação em Fisioterapia, nos anos 1970, e pós-graduação em Tecnologia Educacional, nos anos 1980, ambos na Universidade de Fortaleza (Unifor), onde também lecionou entre 1976 e 2002.

Ela também trabalhou nas secretarias de Saúde do município de Fortaleza (CE), entre 1981 e 2002, e do Estado do Ceará, entre 1985 e 2000, de acordo com informações disponíveis em seu perfil na Câmara dos Deputados.

Antes de chegar à Câmara, Gorete foi vereadora de Fortaleza, entre 1988 e 1994, e deputada estadual pelo Ceará, entre 1994 e 2002.

Ela é suplente em exercício desde 29 de dezembro do ano passado, quando assumiu a vaga do deputado federal Yury do Paredão (MDB-CE). No início deste ano, ela se filiou ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

Na semana passada, a Câmara aprovou um projeto de sua autoria que regulamenta a venda e o uso de aerossóis de extratos vegetais, como o spray de pimenta, por mulheres a partir de 16 anos para defesa pessoal. O texto seguiu para o Senado.

Desdobramentos da operação

No âmbito da Operação Indébito, policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) cumprem 19 mandados de busca e apreensão, dois de prisão e outras medidas cautelares, no Ceará e no Distrito Federal.

O objetivo é apurar a prática de crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, organização criminosa, estelionato previdenciário e ocultação e dilapidação de patrimônio.

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