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ELEIÇÕES 2018

Confira quem são os deputados federais eleitos por Mato Grosso do Sul

Dos escolhidos, quatro serão novidade na Câmara Federal
07/10/2018 21:05 - JONES MÁRIO


 

A bancada federal sul-mato-grossense para o mandato 2019-2022 está decidida. Com 100% das urnas apuradas, quatro dos oito atuais deputados seguirão em Brasília (DF). Outros quatro serão mandatários pela primeira vez.

Atual vice-governadora, Rose Modesto (PSDB) foi a candidata mais votada, com 120.901 votos válidos. Será sua primeira vez na Câmara Federal. Do mesmo partido, o deputado estadual Beto Pereira também debutará em Brasília após receber 80.500 votos.

O segundo mais escolhido pelos eleitores de Mato Grosso do Sul foi Fábio Trad (PSD), com 89.385 votos. Suplente de Carlos Marum (MDB), que deixou o parlamento para ser ministro do governo de Michel Temer (MDB), o advogado cumpre mandato em Brasília desde dezembro de 2017.

Já Tereza Cristina (DEM) recebeu 75.068 votos e irá para seu segundo mandato como deputada federal.

O candidato Loester Carlos Gomes, o “Tio Trutis” (PSL), foi eleito com 56.339 votos e garantiu um lugar na Câmara dos Deputados pela primeira vez. Seu colega de legenda, Dr. Luiz Ovando, conquistou a confiança de 50.376 eleitores para seu primeiro mandato como deputado federal.

O petista Vander Loubet é outro que assegurou mais quatro anos em Brasília. Eleito pela primeira vez em 2002, ele recebeu 55.970 votos.

Cumprindo mandato na Câmara, Dagoberto (PDT) foi o menos votado entre os eleitos, com 40.233 votos.

Confira a lista dos deputados federais eleitos:

Rose Modesto (PSDB) - 120.901 votos (9,75%)
Fábio Trad (PSD) - 89.385 votos (7,21%)
Beto Pereira (PSDB) - 80.500 votos (6,49%)
Tereza Cristina (DEM) - 75.068 votos (6,05%)
Vander Loubet (PT) - 55.970 votos (4,51%)
Tio Trutis” (PSL) - 56.339 votos (4,54%)
Dr. Luiz Ovando (PSL) - 50.376 votos (4,06%)
Dagoberto (PDT) - 40.233 votos (3,24%)

 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.