Política

eleições 2014

Dilma não vence no 1º turno, diz ministro

Dilma não vence no 1º turno, diz ministro

G1

22/12/2013 - 00h00
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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou não ter expectativa de que a presidente Dilma Rousseff consiga se reeleger no primeiro turno da eleição do próximo ano.

As duas últimas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2014 apontam que a presidente venceria no primeiro turno, no cenário em que os adversários são Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Levantamento do Datafolha feito nos dias 28 e 29 de novembro mostrava Dilma com 47%, Aécio com 19% e Campos com 11%. Na pesquisa do Ibope, feita entre 7 a 11 de novembro, Dilma aparecia com 43%, Aécio com 14% e Campos com 7%.

Um dos principais auxiliares de Dilma, Carvalho disse que eleição deve ser "dificílima". Segundo ele, não haverá "nada de salto alto".

"Eu não tenho expectativa, não. Eu acho que vai ser uma eleição muito dura, muito suada, com muito respeito aos nossos adversários", afirmou, ao ser questionado se acreditava na reeleição em primeiro turno.

O ministro disse também que, em 2014, a presidente Dilma Rousseff deve seguir viajando pelo país, entregando obras, mas que ainda não há “nenhum plano muito preciso” sobre como serão as viagens em período de campanha.

Carvalho ressaltou que o partido irá lutar pela reeleição porque acredita no projeto de governo. "Não é para a gente ficar aqui, eu mesmo não quero ficar aqui, 12 anos vai estar bom demais", disse. "Mas é para que esse projeto, que está mudando demais o país, possa continuar", disse.

Segundo o ministro, a militância do PT estará engajada na reeleição da presidente, a despeito dos boatos de que integrantes do partido não a reconheciam como petista.

“Não é verdade que o PT não considera a Dilma. O PT tem orgulho do governo da presidenta Dilma”, sustentou.

Ele disse que é natural que militantes tenham críticas porque quando se está no governo nunca se cumpre “o seu ideal, sempre tem limitações”.

“Mas não tenha dúvida, o PT vai com tudo para essa campanha e eu sinto a nossa gente com orgulho do governo, com garra”.

O ministro se esquivou de falar sobre a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff disse que anunciará entre a metade de janeiro e o carnaval. Mas afirmou que a tendência é que ele, Carvalho, permaneça.

"Eu não candidato a nada. Portanto, a tendência é continuar. Agora, posso ser candidato a ir para casa", brincou, dizendo que a presidente é quem decide.

Julgamento

STF marca para setembro retomada do julgamento da Lei da Ficha Limpa

Placar da votação está 2 votos a 0 contra as alterações

21/08/2026 22h00

Foto: Divulgação / STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 11 de setembro a retomada do julgamento virtual que vai decidir sobre a validade das alterações feitas pelo Congresso para flexibilizar a Lei da Ficha Limpa. A norma impede a candidatura de políticos condenados nas eleições.

O julgamento do caso foi suspenso em junho deste ano por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que devolveu o processo para julgamento nesta sexta-feira (21).

Até o momento, o placar da votação está 2 votos a 0 contra as alterações. Os votos foram proferidos pela ministra Cármen Lúcia e Luiz Fux.

A Corte julgará uma ação protocolada pela Rede Sustentabilidade para derrubar a Lei Complementar 219 de 2025, que reduziu a contagem dos prazos de inelegibilidade. Entre as principais mudanças, a lei unificou em 12 anos o prazo máximo de inelegibilidade para políticos condenados em diversas ações por improbidade administrativa.

A lei também mudou o marco de contagem do prazo de inelegibilidade de oito anos para políticos condenados. Pelo texto aprovado pelo Congresso, os oito anos devem contar a partir da condenação, e não após o cumprimento da pena, como ocorre atualmente. 

Se esses dispositivos forem validados pela Corte, a decisão pode liberar as candidaturas de José Roberto Arruda ao governo do Direito Federal, de Eduardo Cunha para o cargo de deputado federal por Minas Gerais e de Anthony Garotinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro.

tramitação

PEC da escala 6x1 e PEC da Segurança são oficialmente despachadas para CCJ do Senado

O andamento da tramitação foi confirmado pelo site do Senado nesta sexta-feira, 21

21/08/2026 19h00

Congresso Nacional

Congresso Nacional Arquivo - Senado Federal

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), despachou oficialmente para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta que dá fim à escala 6x1 e a proposta que amplia poderes da União na segurança pública. O andamento da tramitação foi confirmado pelo site do Senado nesta sexta-feira, 21.

O relator da PEC da escala 6x1 na CCJ será o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a relatoria da PEC da Segurança Pública no colegiado ficou com o senador Rogério Carvalho (PT-SE).

Já aprovadas pela Câmara dos Deputados, as propostas estavam paradas no Senado, em meio ao rompimento de diálogo entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eles haviam se afastado depois da votação histórica dos senadores que derrubou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em 14 de agosto, Alcolumbre publicou uma nota em que relatou uma "importante conversa institucional" com Lula e comunicou a determinação de encaminhamento dessas propostas para a CCJ. Ele também afirmou que dará andamento ao projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.

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