Política

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Gleisi lamenta envolvimento de ex-assessor com denúncias de estupro de menores

Gleisi lamenta envolvimento de ex-assessor com denúncias de estupro de menores

Agência Brasil

01/09/2013 - 01h00
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A ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, divulgou nota ontem (31) em que lamenta o envolvimento do ex-assessor do órgão André Eduardo Gaievski em denúncias de estupro de menores de idade. Ex-prefeito de Realeza (PR), Gaievski foi preso na madrugada deste sábado, em Foz do Iguaçu (PR), pela Polícia Civil. Ele estava foragido desde o último dia 23, quando teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Na nota, a Casa Civil informa que o assessor deixou o cargo assim que a Justiça decretou a sua prisão preventiva. A ministra defendeu a apuração das denúncias. “Tenho uma história de vida, não só política, em defesa da mulher e seus direitos, mas também de crianças e adolescentes. As acusações imputadas a Eduardo Gaievski são da mais alta gravidade e têm que ser apuradas levando-se às últimas consequências. Jamais compactuei ou compactuarei com crimes, ignorando-os ou acobertando-os”, diz Gleisi.

A Casa Civil destaca que, em nenhum momento, durante o processo de contratação, teve conhecimento de acusações contra o ex-prefeito. Segundo o órgão, Gaievski foi contratado para acompanhar programas do governo federal desenvolvidos em parceria com a prefeitura e a decisão de admiti-lo considerou a gestão dele em Realeza.

Segundo informações disponíveis no Banco Nacional de Mandados de Prisão, o ex-assessor responde a processo criminal por estupro de vulnerável. O processo corre em segredo de Justiça. Em entrevista à Agência Brasil, o advogado de Gaievski, Rafael Seben, disse que, ao pedir a revogação do mandado de prisão, apresentou à Justiça provas da inocência de seu cliente. “Posso afirmar, com absoluta certeza, que o Eduardo é inocente das acusações feitas contra ele.”

Gaievski foi prefeito de Realeza de 2005 a 2012. Em janeiro deste ano, foi nomeado assessor especial da Casa Civil. À Agência Brasil, a Casa Civil informou que pediu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que pesquisasse a vida de Gaievski antes de empossá-lo no cargo. A pesquisa feita pelo órgão de inteligência é comum no preenchimento de cargos de confiança na administração pública federal.

A Casa Civil garante que o resultado da pesquisa apresentado pela Abin no dia 21 de janeiro, dois dias antes de Gaievski ser nomeado, não trazia nenhum fato que impedisse a contratação do ex-prefeito.

Na quarta-feira (28), a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados aprovou o requerimento de informações para que a ministra Gleisi Hoffmann e o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general José Elito, prestem esclarecimentos sobre o caso.

ELEIÇÕES 2026

Flávio diz que não apenas Bolsonaro, mas todos perseguidos subirão rampa do Planalto

Pré-candidato também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir de 2027

11/04/2026 22h00

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e pré-candidato à Presidência da República Andressa Anholete/Agência Senado

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, afirmou que, se vencer a eleição deste ano, o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai "subir a rampa" do Palácio do Planalto com "todas as pessoas perseguidas" em janeiro do ano que vem.

As declarações ocorreram neste sábado, 11, em entrevista a jornalistas em Porto Alegre (RS). "Se Deus permitir, nós vamos vencer essa eleição no 1º turno. Há projetos tramitando no Congresso Nacional, não é uma anistia, mas é zerar o jogo de verdade, para fazer justiça não só ao presidente Bolsonaro, mas à Débora do Batom", declarou Flávio, ao mencionar a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos de prisão pela participação dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O senador prosseguiu: "O Congresso entende isso, só que, ainda, uma parte dele tem um certo medo de votar um projeto como esse. Porque claramente não é inconstitucional. A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional".

Na sequência, Flávio disse acreditar que, após as eleições de outubro, o Congresso vai aprovar a anistia aos condenados pelos atos golpistas. "É por isso que eu falo: não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem", afirmou.

Flávio está na capital gaúcha por ocasião do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Zucco (PL-RS) ao governo estadual. Mais cedo, ele também participou de um café da manhã com mulheres e disse que o PT vai ser "irrelevante" a partir do ano que vem.

Além de apoiar Zucco, Flávio Bolsonaro também endossa as pré-candidaturas dos deputados Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Sanderson (PL-RS) para o Senado.

Conflito

Israel realiza ataques na faixa de Gaza e no Líbano durante negociações entre EUA e Irã

Militares israelenses disseram à Associated Press que o alvo eram militantes do Hamas

11/04/2026 10h30

Foto: Divulgação

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Na Faixa de Gaza, o Hospital dos Mártires de Al-Aqsa informou que um ataque aéreo israelense atingiu um posto de segurança no campo urbano de refugiados de Bureij, por volta do amanhecer deste sábado, 11, matando seis pessoas.

Militares israelenses disseram à Associated Press que o alvo eram militantes do Hamas, que supostamente se aproximaram da chamada Linha Amarela, que separa áreas controladas por Israel no território do restante da faixa.

No Líbano, a Agência Nacional de Notícias informou que múltiplos ataques israelenses no sul do país, na madrugada deste sábado, mataram ao menos três pessoas após um bombardeio destruir um prédio residencial em Maifadoun, na província de Nabatiyeh.

Em Beirute, equipes da Defesa Civil usavam guindastes para vasculhar apartamentos parcialmente desabados, três dias após ataques israelenses atingirem um prédio de seis andares no bairro litorâneo de Caracas. Autoridades disseram que seis pessoas morreram e que um adolescente desaparecido seria considerado soterrado.

Os ataques ocorrem durante as negociações entre os Estados Unidos e o Irã no Paquistão. A insistência de Israel em atacar o Líbano, mirando supostamente o Hezbollah, ameaça o cessar-fogo.

O Irã afirma que o acordo também deve se estender a Israel. Tel-Aviv e Beirute devem iniciar suas negociações na próxima semana.

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