Política

Sucessão Estadual

Mercadante discute com lideranças aliança do PT-PMDB

Mercadante discute com lideranças aliança do PT-PMDB

da redação

05/10/2013 - 00h00
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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se reuniu ontem com as lideranças do PT para quebrar resistências de aliança com o PMDB no Estado, para as eleições de 2014. As informações estão na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Conforme a reportagem, o ministro recebeu a missão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comanda o Quartel General da campanha para reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). A eventual aliança dá sustentação ao governo federal, repetindo a dobradinha nacional PT e PMDB, com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Mercadante reconhece as divergências no Estado, já que o PT e PMDB são adversários há muitos anos. “A orientação é construir nos Estados a reprodução da aliança vitoriosa dos Governos Dilma e Lula, no entanto, a construção dessas alianças tem de respeitar a especificidade de cada Estado”, comentou o ministro.

O impasse maior seria a retirada da pré-candidatura do ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad Filho (PMDB) para apoiar a eleição do senador Delcídio do Amaral. Já o governador, André Puccinelli (PMDB), pretende não intervir nas negociações, dando total legitimidade ao Nelsinho. André anunciou a sua decisão de subir no palanque de Dilma mesmo que tenha de sair temporariamente do PMDB. A matéria é de Roberta Cáceres.

Política

Câmara instala comissão sobre PEC da redução da maioridade penal

Aluisio Mendes é eleito presidente e Mendonça Filho escolhido relator

12/08/2026 21h00

Bruno Spada / Câmara dos Deputados

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A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 anos para 16 anos. O relator escolhido foi o deputado federal Mendonça Filho (União-PE).

Com a instalação, a comissão terá de 10 a 40 sessões do plenário da Câmara para votar um relatório sobre o tema. A PEC 32 de 2015 foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em junho deste ano.

Durante a sessão, foi eleita a mesa que vai conduzir o processo. A chapa única foi eleita com 19 votos, tendo como presidente o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA). Como a escolha cabe ao presidente da comissão, Mendes anunciou o deputado Mendonça Filho para relator da PEC.

O colegiado ainda elegeu o 1º vice-presidente, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), o 2º vice-presidente, Benes Leocádio (União-RN) e o 3º vice-presidente, o deputado Sargento Fahur (PL-PR).

Se aprovada na Comissão Especial, a PEC segue para análise dos plenários da Câmara e do Senado, onde deve ser aprovada, em dois turnos, com maioria de três quintos dos parlamentares por se tratar de uma mudança constitucional.

Os defensores da proposta sustentam que a legislação para adolescentes é branda. Por outro lado, organizações sociais criticam a medida, argumentando que apenas amplia as prisões, sem resultados positivos para a segurança pública.

Devolução

STF: Gilmar e Zanin também assinam decisão que determina devolução de penduricalhos

Decisão atinge os tribunais de Justiça de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e do Distrito Federal

12/08/2026 15h30

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal Luiz Silveira/STF

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Os ministros Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), também assinaram decisões que determinaram a suspensão imediata e devolução de penduricalhos pagos indevidamente em sete tribunais estaduais. Mais cedo, os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino publicaram decisões idênticas. Os quatro são relatores de ações sobre o tema e têm proferido despachos conjuntos.

A decisão, proferida nesta quarta-feira, 12, atinge os tribunais de Justiça de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e do Distrito Federal.

Os ministros ainda determinaram que os presidentes dos tribunais entreguem, em até cinco dias, documentos que comprovem a suspensão dos pagamentos e as devoluções determinadas.

Outra exigência é que o advogado-geral da União envie ao Supremo, em até 72 horas, as folhas de pagamentos completas de seus membros após a decisão do Supremo que impôs limite para os "penduricalhos", e também identifique membros da AGU beneficiados de pagamentos que não se enquadrem na decisão.

Para os ministros, os tribunais e a Advocacia-Geral da União (AGU) estão descumprindo a decisão do Supremo que estabeleceu que as verbas indenizatórias e outros adicionais conhecidos como "penduricalhos" não pode ultrapassar o limite de 70% do teto do funcionalismo (R$ 46,3 mil).

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