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DOURADINA

TRE cassa mais um prefeito no interior de MS

TRE cassa mais um prefeito no interior de MS
12/02/2014 08:36 - TAVANE FERRARESI


O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) cassou o mandato do prefeito de Douradina, Darcy Freire (PDT), e de seu vice, José Ailton Nunes, o Mocó (PSDB), pelo crime de captação ilícita de votos na campanha eleitoral de 2012. Com a decisão, o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulinho Chorão (PSDB), deverá assumir a chefia do Executivo municipal até a Justiça Eleitoral determinar a data de nova eleição, porque Freire foi eleito com 59,66% dos votos válidos, enquanto o seu adversário, Aldair Juvenal Barroquiel (PMDB), recebeu 40,34% dos votos válidos.

Segundo o advogado da coligação Renovação e Desenvolvimento (PMDB e DEM), Oton Nasser, houve empate nas decisões dos desembargadores do Tribunal Eleitoral quanto à permanência ou não de Darcy e Mocó na Prefeitura de Douradina. “O relator (Luiz Cláudio) Bonassini e o (Dalton Igor) Kita foram favoráveis à perda de mandato, mas (Nélio) Stábile e o (João Maria) Lós foram contra”, informou.

Diante do impasse, ontem, o desembargador Atapuã da Costa Feliz acompanhou o voto de Bonassini e Kita. Com isto, tanto o prefeito, quanto o vice de Douradina deverão deixar os cargos municipais. Eles também ficarão inelegíveis por oito anos.

Conforme Oto, foi verificado, nas investigações, que a coligação dos cassados, “Douradina não pode parar” (PDT, PSDB, PP, PR, PT, PRP e PPS), disponibilizou cerca de 800 litros por semana para serem trocados por votos. “A decisão dos desembargadores considerou que houve captação ilícita de votos e isso acabou prevalecendo”, destacou.  

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.