Tecnologia

tecnologia

Amazon anuncia 4 novos Kindle que vão de US$ 79 a US$ 199

Amazon anuncia 4 novos Kindle que vão de US$ 79 a US$ 199

terra

28/09/2011 - 12h43
Continue lendo...

Na manhã desta quarta-feira, o CEO da Amazon, Jeff Bezos, anunciou o dispositivo Kindle Touch de 7 polegadas em uma conferência de imprensa realizada em Nova York. O lançamento que já havia sido descoberto pelos especialistas do setor custará apenas US$ 99 e US$ 149 a versão com 3G livre. Com os lançamentos, a versão mais básica do Kindle da Amazon, sem ser touch, passa a custar US$ 79. Há uma quarta versão do dispostivo, o Kindle Fire, que custará US$ 199 e vem na versão preta. As informações são do TechCrunch, Gizmodo e Engadget.

Em seu anúncio, Jeff Buzos, lembrou que muitos disseram que o Kindle, quando este foi lançado, fracassaria. "E fracassou terrivelmente", disse ele. Para o sucesso do dispositivo, a Amazon teve que criar demanda não apenas para o seu e-reader, mas também para o conteúdo encontrado nele. Um dos segredos da popularidade alcançada pelo Kindle, acredita ele, deve-se ao fato de ser um eletrônico amigável, e do número surpreendente de títulos disponíveis para a leitura, mais de um milhão segundo ele.

A tela do Kindle Touch é similar a do Nook e do Kobo, ou seja, baseada na tecnologia IR (infravermelho), em inglês IR touch system. Sem teclado, o dispositivo é menor e mais luminoso do que a geração anterior. No que diz respeito ao design, ele se parece bastante com seus antecessores, além de que tem uma cor prateada.

De acordo com Bezos, seu funcionamento é a partir de um sistema "Easy Reach", a partir dos movimentos, "tapas", na tela, como a maioria dos tablets. Uma novidade do dispositivo é o recurso chamado X-Ray, que mostra ao usuário uma janela, em pop-up, de um artigo do Wikipédia sobre um assunto que aparece no texto que o usuário está lendo.

A bateria também promete ser um atrativo da nova geração de Kindles, segundo o CEO da Amazon. O Kindle Touch será vendido por US$ 99, mas a versão com 3G custará US$ 149 e vai funcionar em 10 países de acordo com Jeff Bezos. A previsão de chegada de ambos é 21 de novembro, já o "NoVo Kindle, a versão mais básica e sem tela touch já está disponível para compra.

Com esses dois anúncios, uma terceira versão do Kindle, mais básico, sem ser Touch e com botões está sendo lançado. Similar a versão que está no mercado, mas sem teclado e com botões, esse novo Kindle, básico, será vendido por US$ 79.

Uma quarta versão do Kindle, o tão falado Fire, é chamado pela Amazon de "Kindle para filmes, programas de TV, música, livros, revistas, aplicativos, jogos e navegação na web com todo o conteúdo, armazenamento gratuito na nuvem da Amazon, Whispersync, navegador web da Amazon novo e revolucionário cloud-acelerador, tela sensível ao toque vibrante cor, e processador dual-core poderosos, tudo por apenas US $ 19". Segundo Bezos, é um nova classe de Kindle, totalmente identificada com a categoria dos tablets.

Os serviços em nuvem da Amazon, gratuitos ou simplesmente com o preço embutido no valor total, é um dos diferenciais desse tablet e que o tornam um dispositivo multimídia. Há também um loja de MP3 com mais de 17 milhões de músicas que podem ser escutadas em qualquer lugar graças ao serviço, pago, do Cloud Player. Além disso tudo, há uma appstore do Android com aplicativos já estados pela Amazon.

O Amazon Prime, serviço de vídeos, tem mais de 11 mil filmes e shows para a TV, além de parceria com canais como CBS, NBC Universal e Fox. Já através do Amazon Web Services o usuário terá acesso a serviços como Netflix, ESPN, Twitter, e muitos outros.

De acorco com o CEO da Amazon, o Kindle Fire "reúne todas as coisas que viemos trabalhando na Amazon há mais de 15 anos em um único serviço totalmente integrada para os clientes". Com esse tablet, o usuário tem acesso imediato a todo o conteúdo, armazenamento gratuito no Amazon Cloud, e muito mais velocidade graças ao Amazon Silk, um acelerador do navegador baseado na nuvem, além de um processador dual-core e uma tela touch com 16 milhões de cores em alta resolução.

PROTEÇÃO

Tem Iphone? Então você precisa fazer isso antes de levar em uma assistência técnica

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone

09/02/2026 08h15

Continue Lendo...

Ao enviar seu iPhone para reparo, é crucial proteger seus dados pessoais. A Apple introduziu o Modo de Reparo (Repair State) no iOS 17.5, uma funcionalidade que permite que o dispositivo seja reparado sem a necessidade de desativar o recurso Buscar (Find My) ou o Bloqueio de Ativação.

Isso garante que seu iPhone permaneça rastreável e seguro durante o processo de assistência.

O que é o modo de reparo?

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone, mantendo o Bloqueio de Ativação ativo. Isso significa que, mesmo que o dispositivo esteja nas mãos de um técnico, ele ainda estará vinculado ao seu ID Apple, impedindo o uso não autorizado.

Como ativar o modo de reparo (iOS 17.5 ou superior)

Siga os passos abaixo para ativar o Modo de Reparo no seu iPhone:

  1. Abra o aplicativo Buscar (Find My): Localize e toque no ícone do aplicativo Buscar na sua tela inicial.
  2. Acesse a aba "Dispositivos": Na parte inferior da tela, toque na aba "Dispositivos".
  3. Selecione o seu iPhone: Na lista de dispositivos, toque no iPhone que você deseja enviar para reparo.
  4. Toque em "Remover Este Dispositivo": Role a tela para baixo e toque na opção "Remover Este Dispositivo".
  5. Confirme a preparação para reparo: Uma mensagem aparecerá informando que o dispositivo não pode ser removido e perguntando se você deseja prepará-lo para reparo. Toque em "Continuar".
  6. Aguarde a ativação: Seu iPhone entrará no Modo de Reparo. Ele permanecerá visível no aplicativo Buscar e com o Bloqueio de Ativação ativado.
Feito por Denis Felipe com IA

Considerações Importantes

  • Não ative sem necessidade: O Modo de Reparo deve ser ativado apenas quando você realmente for enviar o iPhone para assistência. A desativação desse modo geralmente é feita pela própria assistência técnica após a conclusão do reparo.
  • Versão do iOS: Certifique-se de que seu iPhone esteja executando o iOS 17.5 ou uma versão posterior para ter acesso a este recurso.
  • Proteção de Dispositivo Roubado: Se você tiver a "Proteção de Dispositivo Roubado" ativada, pode haver um atraso de segurança de uma hora ao tentar desativar o Buscar ou outras configurações sensíveis, caso você não esteja em um local familiar. Certifique-se de estar em um local familiar ou desative temporariamente a Proteção de Dispositivo Roubado antes de ativar o Modo de Reparo, se necessário. No entanto, o Modo de Reparo foi projetado para funcionar com o Buscar ativado, então a desativação do Buscar não é necessária para o Modo de Reparo em si.

Recomendações Adicionais antes de Levar para a Assistência Técnica

Mesmo com o Modo de Reparo, é sempre bom tomar precauções adicionais:

  • Faça backup completo: Realize um backup completo do seu iPhone no iCloud ou no seu computador (Mac ou PC) para garantir que todos os seus dados estejam seguros.
  • Tenha a senha do ID Apple: Anote ou tenha fácil acesso à sua senha do ID Apple, pois ela pode ser necessária para o processo de reparo ou para reconfigurar o dispositivo após o retorno.
  • Remova cartões do Apple Pay: Por segurança, remova todos os cartões de crédito e débito associados ao Apple Pay.
  • Retire acessórios: Remova capas, películas protetoras e quaisquer outros acessórios do seu iPhone.

Tecnologia

Meta diz ao Cade que chatbots de IA se aproveitam do WhatsApp Business para uso não previsto

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes

02/02/2026 22h00

META/DIVULGAÇÃO

Continue Lendo...

A Meta disse ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que, ao utilizarem a API do WhatsApp Business, os Chatbots de inteligência artificial (IA) se aproveitaram da ausência de vedação expressa nos termos originais para criar e registrar suas próprias contas de "empresa", como se os usuários estivessem interagindo com uma empresa (como um prestador de serviços), quando, na realidade, estavam se comunicando com um Chatbot de IA.

"Esse tipo de interação, conforme mencionado, não foi previsto nem pretendido pela Meta quando do desenvolvimento da API", disse a empresa em manifestação apresentada ao órgão de defesa da concorrência na última sexta-feira, 30. API é a sigla, em inglês, para "Interface de Programação de Aplicações", conjunto de regras e protocolos que permite a integração de serviços entre aplicativos.

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes, como parte de uma mudança estrutural na forma como serviços digitais são ofertados aos usuários.

A manifestação da Meta é em resposta a um questionário enviado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade, que, no mês passado, abriu um inquérito administrativo contra a Meta. Na ocasião, a SG também determinou medida preventiva para impedir a vigência dos novos termos de uso do WhatsApp para inteligência artificial (IA) até que o Cade avaliasse os indícios de infração à ordem econômica e ponderasse os argumentos e teses de defesa apresentados pela Meta, dona do serviço de mensagens.

A área técnica do Cade justificou que era necessário apurar se a Meta estaria abusando de sua posição dominante para favorecer sua própria inteligência artificial (Meta AI) e excluir concorrentes. No entanto, dias depois, a Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu a medida preventiva do Cade, permitindo à empresa aplicar os novos termos de uso do WhatsApp para IA. Em nota, a empresa disse ter recebido a decisão "com satisfação". "Os fatos não justificam uma intervenção no Brasil nem em qualquer outro lugar", defendeu.

O que a Meta disse ao Cade

O documento apresentado ao Cade possui informações de acesso restrito apenas ao Cade e às representadas, por conterem segredos comerciais e dados sigilosos.

Na versão pública, a empresa informou que os AI Providers serão afetados pelas mudanças nos termos acessaram a API do WhatsApp Business por meio do processo regular de cadastro aplicável a usuários empresariais, isto é, mediante a criação de uma conta no Meta Business Manager e o fornecimento das informações necessárias para a verificação da conta, seguidos da criação de uma conta no WhatsApp Business e do registro de um número de telefone vinculado à API.

A Meta também destacou que a indústria de IA ainda se encontra em estágio incipiente e atualmente o setor tem explorado quais casos de uso, formatos e modelos de negócios geram maior aderência junto aos consumidores, com ênfase na experimentação de funcionalidades baseadas em IA integradas a aplicações. "Nesse ambiente dinâmico, concorrentes lançam continuamente novas funcionalidades em navegadores, aplicativos, suítes de produtividade e mecanismos de busca."

Como exemplo, foi citado o lançamento, pela OpenAI, de novos recursos para expandir sua atuação em serviços de mensagens, incluindo a implementação de conversas em grupo. "Esse processo contínuo de experimentação, integração e inovação caracteriza a forma como os desenvolvedores de IA competem atualmente. Para o WhatsApp, a adoção dessas ferramentas é fundamental para manter a plataforma na vanguarda da inovação centrada no usuário, proporcionando melhorias relevantes sem comprometer a simplicidade e a confiabilidade valorizadas pelos usuários."

Por outro lado, a Meta disse entender que Chatbots de IA operados por terceiros "não constituem parte inerente da experiência do usuário no WhatsApp" e a empresa possui visibilidade limitada sobre os casos de uso específicos atendidos por esses Chatbots de IA no WhatsApp. A empresa sustentou que o WhatsApp é utilizado, predominantemente, como um canal adicional de distribuição para serviços que essas empresas já oferecem em outros ambientes.

Histórico

A investigação do órgão de defesa da concorrência no caso da Meta AI começou no fim de 2025, após uma denúncia das startups de chatbots Zapia e Luzia, que operam, principalmente, por meio do WhatsApp e Telegram. Elas alegam que os Novos Termos do WhatsApp (WhatsApp Business Solution Terms) irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa (AI Providers ou Desenvolvedores de IA), garantindo um monopólio artificial à Meta AI.

O WhatsApp sustenta que o surgimento de chatbots de IA na Business API coloca uma pressão sobre seus sistemas que eles não foram projetados para suportar. Na visão da empresa, a decisão original do Cade partiu do pressuposto de que o WhatsApp é, de alguma forma, uma "loja de apps". A gigante de tecnologia defende que as rotas de acesso ao mercado para empresas de IA são as próprias lojas de aplicativos, seus sites e parcerias com a indústria, não a plataforma do WhatsApp Business.

A discussão no Cade é sobre o uso exclusivo do chatbot da Meta, ou seja, se há uma justificativa técnica para a restrição - a chamada "regra da razão" (do inglês, rule of reason). Essa análise jurídica pondera os efeitos pró e anticompetitivos de uma conduta empresarial, em vez de presumir sua ilicitude.

Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a decisão judicial que suspendeu a medida preventiva não impede a análise do caso pelo Cade. Segundo fontes, o órgão deverá se debruçar sobre o processo ainda no primeiro semestre deste ano.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).