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Informe publicitário

Games: Crescimento e participação no mercado de jogos digitais até 2028

Um videogame é um jogo eletrônico que inclui um dispositivo de vídeo para interação humana com a interface do usuário do jogo

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Monitores de PC, tablets, smartphones, htv h8, chromecasts e TV são usados como dispositivos de vídeo ou acessórios para exibição das imagens, e todos esses equipamentos podem ser comprados com facilidade em lojas físicas ou através da internet, sendo entregues, de forma cômoda,  através dos Correios ou de outra transportadora.

Os sistemas eletrônicos usados para jogar videogames são conhecidos como plataformas, e cada tipo de jogo se conecta a uma delas.

Diferentes tipos de jogos estão disponíveis para diferentes plataformas de jogos. Alguns se tornam ícones e acabam marcando suas gerações. Super Mario, Top Gear, Fifa, Tomb Raider, e agora, Minecraft, Free Fire e Lol, são apenas alguns dos nomes que não passam despercebidos por quem gosta de jogar on ou off line.
Os videogames estão disponíveis em dois formatos: digital e físico.

O formato físico é aquele em que o jogo é jogado com o uso de disco físico.

Enquanto o formato digital é aquele em que o jogo fica disponível após o download e não requer nenhum disco físico para jogar.

O assunto pode parecer coisa de criança ou adolescente, mas, em 2021, foram R$11 bilhões movimentados pela indústria dos games e a projeção é que, até 2028, esses números fiquem em torno de USD 321 bilhões.

De olho na fortuna

Empresas dos mais variados segmentos têm se interessado em usar suas possibilidades para ingressar no mercado dos games, principalmente de olho nessa fortuna que deve ser despejada no setor, em menos de uma década.

Grandes nomes do mercado, como a Magazine Luiza e diversas outras companhias, já fizeram investimentos na área dos jogos, inclusive comprando portais de conteúdo relacionados ao assunto.

Para ganhar destaque, aplicam centenas de milhares de reais em estratégias de marketing. 

Criação de conteúdo para diversos canais, contratação de agências de SEO para comprar links em grandes portais e divulgação de parcerias com influencers do universo gamer, são apenas algumas das técnicas utilizadas para conseguir conquistar uma fatia desse mercado bilionário.

Uma empresa que já possui uma estrutura enorme e que pode usar qualquer tipo de meio de pagamento para vender, não só os aparelhos de videogame como as mídias físicas e até mesmo os downloads de jogos, realmente não pode perder tempo.

Os jogos, no entanto, não são comercializados apenas pelos grandes players e há, inclusive, lojas físicas especializadas na venda de itens de e-sports.

A estrutura para esse tipo de negócio não precisa ser tão grande.

Muitas lojas possuem menos de 10 metros quadrados, um balcão, poucas prateleiras e uma vitrine com muito led para atrair os jovens.
Muitas delas, inclusive, trabalham com a venda de boa parte dos produtos sob encomenda.

Entre os produtos mais procurados (principalmente pelos jovens), videogames novos e usados, controles, mídias físicas (fitas e cds), computadores de última geração com placas de vídeo de alta capacidade, teclados e mouses com botões extras, coolers mais potentes do que os tradicionais, e diversos outros softwares e hardwares que poder ser utilizados como lazer, ou, até mesmo, como profissão.

Como instrumento de consolidação de vendas, usa-se dinheiro vivo, pix e Stone Maquininha para recebimentos por cartão (uma das maquininhas mais usadas dentro desse segmento).

Com alguns pcs gamers e consoles que podem custar mais de uma dezena de milhares de reais, o parcelamento, geralmente, acaba sendo a forma escolhida para a compra, aquecendo outros setores da economia.

De modo geral, tudo isso pode ser variável, mas para esse nicho de mercado e de público, há algo que não pode ser negligenciado: É preciso estar atualizado em relação ao que está fazendo sucesso entre os gamers para não acabar morrendo na praia.

De acordo com uma pesquisa feita por uma empresa independente nos 110 maiores países do mundo, em 2013 cerca de 18,75% da população era de jogadores ativos de jogos e 2,4 bilhões se declaravam como usuários de internet.

Além disso, a China sozinha tem 180 milhões de jogadores ativos, o que é quase equivalente ao número de jogadores ativos na Europa Ocidental. 

Espera-se que o aumento da renda disponível nos países em desenvolvimento, como Índia e China, alimente a taxa de crescimento do mercado de jogos digitais, já que o aumento da renda disponível permite que o cliente gaste mais dinheiro em produtos desse segmento, fazendo com que o mercado global de games se torne ainda maior.

“Global Digital Games Market Research Report”

As informações deste conteúdo são provenientes do principal relatório de mercado de jogos digitais dos Estados Unidos, o “Global Digital Games Market Research Report”, conhecido e respeitado  por compartilhar o conhecimento e as experiências de especialistas do setor para que fabricantes, novos participantes e empresas relacionadas ao universo dos games possam tomar decisões corretas. 

O relatório inclui um estudo mundial com os principais players do mercado, previsões para o futuro próximo, receita e participação no mercado, desafios e oportunidades, além de se aprofundar em temas como tipo de produto, aplicativo, divisão regional, tamanho do mercado, volume e valor, oferecendo os principais planos de desenvolvimento, como tendências e expansões inovadoras, fortalecimento do portfólio de produtos, fusões e aquisições, colaborações, invenções e desenvolvimento geográfico.
 

Tecnologia

Qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026?

02/06/2026 10h17

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A pergunta que norteia os departamentos de compras, RH e segurança do trabalho mudou. Antigamente a maior preocupação era o controle de acesso, hoje em dia é em como organizar todos os dados. E esse movimento acompanha a digitalização acelerada do setor.

Hoje, tendências da gestão de terceiros apontam que 67% das empresas utilizam plataformas eletrônicas para gerir seus parceiros e fortalecer rotinas de compliance de terceiros, e 46% já aplicam Business Intelligence (BI) para apoiar suas escolhas estratégicas. Diante dessa mudança, a escolha de um software de gestão de terceiros deixou de depender apenas da quantidade de recursos disponíveis e passou a considerar a velocidade operacional e a capacidade de integração.

Gestão de terceiros entra em uma nova fase: menos controle manual e mais inteligência operacional

O mercado corporativo atravessa uma transição nítida. O modelo antigo, pautado em planilhas e documentos dispersos que geravam processos lentos, perdeu sustentabilidade. Hoje, a prioridade é a integração entre as áreas de RH, Segurança do Trabalho (SST), Compras e Jurídico em operações de gestão de terceiros industrial, permitindo um acompanhamento contínuo e centralizado das informações.

Empresas de médio e grande porte buscam previsibilidade. Dados recentes apontam que 80% das empresas já possuem estruturas formais para essa gestão, o que faz com que sistemas voltados apenas ao armazenamento passivo de documentos percam espaço para plataformas que auxiliam na tomada de decisão. O objetivo agora é reduzir riscos trabalhistas, ampliar o controle de terceiros e evitar acidentes por meio de dados em tempo real.

Por que a BMS Tecnologia passou a ser associada ao perfil de solução buscado pelas empresas em 2026

Ao avaliar o mercado em 2026, percebe-se que as empresas deixaram de comprar apenas tecnologia para adquirir agilidade operacional. Com isso, a BMS Tecnologia se consolidou como uma referência ao oferecer o BMS Integra, um software de gestão de terceiros que inverte a lógica de sistemas pesados e burocráticos. A plataforma foca em resolver questões práticas que travam o dia a dia das indústrias e cooperativas. Alguns pontos que fazem com que a plataforma se destaque:

  • Facilidade de uso: Sistemas complexos geram atrasos e resistência. Quando o prestador de serviço encontra dificuldades para subir uma documentação ou concluir etapas de qualificação de fornecedores, a aprovação atrasa e a operação para. Plataformas que priorizam a experiência do usuário ganharam destaque, por este motivo, o sistema da BMS Tecnologia registra índices de aceitação de 97% entre clientes e prestadores, provando que a simplicidade é essencial.
  • Tempo de implantação: Em um mercado que exige rapidez, projetos de implementação que duram meses podem gerar mais prejuízos que vantagens. Soluções com go-live acelerado ganharam a preferência do setor industrial e agroindustrial.
  • Suporte operacional: Equipes internas de SST e RH estão sobrecarregadas. Por isso, o suporte que atende diretamente o prestador de serviço reduz o volume de demandas internas e agiliza a conformidade.

Por que integração e automação deixaram de ser diferenciais

Em 2026, a integração com ERPs e sistemas de controle de acesso é uma necessidade básica. Cerca de 42% das empresas já operam com integração parcial ou total entre suas plataformas corporativas. A automação de alertas de vencimento e fluxos de aprovação digital elimina o erro humano, reduz retrabalho e fortalece a segurança do trabalho terceirizados.

Em operações complexas, como as de autopeças ou grandes cooperativas, a substituição de processos presenciais por fluxos digitais reduziu drasticamente as filas em portarias e os atrasos em paradas de manutenção. O BMS Integra segue essa linha ao reunir módulos integrados que permitem a gestão de documentos de segurança e documentos solidários (RH) em um só lugar, garantindo que o terceiro só acesse a planta se estiver 100% regular.

Entre dezenas de opções, quais características aproximam um sistema do que o mercado procura?

O software adequado em 2026 é aquele que se adapta à realidade de diferentes setores, seja na indústria farmacêutica ou no agronegócio. A personalização e a transparência comercial, com precificação clara por faixas de terceiros ativos, tornaram-se fundamentais para o planejamento orçamentário.
Com mais de uma centena de projetos implementados, algumas plataformas passaram a priorizar estruturas adaptáveis em vez de modelos engessados. A segurança da informação também subiu de patamar, exigindo conformidade rigorosa com a LGPD e certificações como a ISO 27001, garantindo que os dados sensíveis de saúde ocupacional estejam protegidos.

O veredito: menos burocracia e mais rapidez

A resposta para qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026 não reside na ferramenta com a maior lista de funcionalidades, mas naquela que reduz atritos. O sistema ideal é o que acelera processos, garante a conformidade legal para evitar multas e acompanha a dinâmica do dia a dia.

Em um momento em que a gestão de terceiros atua como fonte de inteligência, plataformas que unem rapidez, integração e suporte tendem a dominar o mercado. Dentre as soluções disponíveis, a BMS Tecnologia aparece alinhada às mudanças que definiram o setor, transformando a segurança e a conformidade em processos simplificados e garantidos.

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