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Pesquisa realizada em ônibus espaciais trouxe novas tecnologias

Pesquisa realizada em ônibus espaciais trouxe novas tecnologias

ig

25/07/2011 - 07h00
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O programa de ônibus espaciais trouxe muitos benefícios científicos ao planeta. Ele ajudou a melhorar o conhecimento sobre o universo e nossos planetas vizinhos, criou um dos mapas topográficos mais detalhados da Terra, está ajudando médicos a entender o processo de envelhecimento humano e até mesmo melhorou a qualidade do leite em pó.

Um soldado que precisou passar por um campo minado ou um civil que necessitou sair de um carro acidentado podem ter tido suas vidas salvas por tecnologias derivadas de um ônibus espacial.

Muitos creditam ao programa Apollo a criação de novas tecnologias, como o velcro, revestimentos de Teflon e o suco em pó tipo Tang, mas essas foram coisas usadas pela Nasa, não inventadas pela agência espacial americana.

Ainda assim, o programa de ônibus espaciais não recebe o reconhecimento devido por sua ciência e tecnologia, afirma a Nasa. E os experimentos feitos nos ônibus espaciais vão ter seu fim no pouso do Atlantis.

Claro que gastar quase 200 bilhões de dólares em qualquer tecnologia avançada vai compensar em maneiras inesperadas. Mas segundo um pesquisador crítico do programa americano de voos espaciais tripulados, as alegações da Nasa são mais autopromoção que qualquer outra coisa. “Tudo foi inventado em Terra e usado no espaço,” afirma Bob Park, professor de física da Universidade de Maryland e autor de livros que desvendam mitos científicos. Para ele, isso acaba servindo mais como ferramenta para alavancar vendas que qualquer outra coisa, citando um relatório antigo da Nasa.

Mas cientistas que trabalham com a agência espacial afirmam que a pesquisa dos ônibus espaciais compensou e muito. “Aprendemos bastante com eles, sim,” diz o professor de astronáutica e tecnologia de saúde Laurence Yong, do Instituto de tecnologia de Massachussetts (MIT), que enviou experimentos em sete voos espaciais, para estudar como a falta de gravidade afeta o corpo.

O ônibus espacial não foi construído para a pesquisa científica, afirmou Neal Lane, físico da Rice University, que chefiou a Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos e foi conselheiro científico do presidente Bill Clinton. No entanto, tanto o ônibus quanto a Estação Espacial Internacional (ISS) -que não teria sido construída sem a frota -, são lugares sem precedentes para questões importantes da ciência. O pesquisador diz estar bastante animado com o acelerador de partículas instalado durante a última missão do Endeavour, em maio.

No espaço
As pessoas tendem a subestimar a crescente compreensão sobre biologia humana provida pela ISS e pelos ônibus espaciais, explica Lane. “Aprendemos coisas sobre o corpo humano que não teríamos como descobrir a não ser operando no espaço e por longos períodos”.

Astronautas perdem força óssea, têm problemas de equilíbio e deficiências no sistema imunológico que são semelhantes ao envelhecimento. Estudar como combater a perda óssea em astronautas com exercícios e outras atividades pode ajudar quem está na Terra.

Ainda assim, o campo mais beneficiado foi a astronomia. O maior exemplo é o Telescópio Hubble, que mudou a nossa visão do espaço e nossa compreensão da idade do universo. Ele foi lançado por um ônibus espacial, consertado por um ônibus espacial e atualizado quatro vezes por seus tripulantes em caminhadas espaciais. Sem isso, a visão que temos hoje do resto do universo é que estaria um tanto desfocada.

O ex-chefe da Nasa Alan Stern também lembrou que os ônibus espacias lançaram três outras sondas importantes: Galileo, que permitiu observar Júpiter e suas luas de perto, Magellan, que mapeou o quente e caótico Vênus e Ulysses, que examinou a influência do Sol nas fronteiras do sistema solar.

Outro feito subestimado é o de um voo de 2000, que levou à órbita um conjunto de radares especiais que mapeou a maior parte do planeta, incluindo locais inacessíveis anteriormente, como selvas e picos de montanhas, com as medições topográficas mais precisas até aquele momento. Isso foi muito importante para a aviação e planejamento militar.

“É algo que continuará a render frutos durante muito tempo, afetando ciência, meio ambiente e segurança nacional, mesmo sendo uma missão pouco valorizada,” afirmou o professor de aviação e pesquisa de voo da Universidade do Tennessee John Muratore, que já foi diretor de voos da Nasa.

Outro item pouco conhecido do ônibus espacial é o biorreator, diz Muratore. Projetado inicialmente para a cultura de células e tecidos em experiências com gravidade zero, é usado na Terra para vários tipos de pesquisas biomédicas. Biorreatores podem fazer com que culturas biológicas cresçam simulando a gravidade zero por rotação, e com isso, cientistas conseguem direcionar o crescimento de tecidos em formatos pré-estabelecidos usando moldes de plástico. “É uma tecnologia ainda em desenvolvimento, e ninguém sabe para onde ela pode ir,” diz Dan Lockney, gerente de tecnologias derivadas da Nasa.

Leite, roupa e operação cardíaca
Todos os anos, a agência divulga uma lista de descobertas científicas derivadas do ônibus espacial, sejam de propósito ou por acidente. Uma vez, os pesquisadores da Nasa estavam procurando jeitos de melhorar a comida dos astronautas e estavam analisando algas. Em uma espécie, encontraram um nutriente visto apenas em leite humano e o desenvolveram. De acordo com Lockney, a substância está presente atualmente em 95% das fórmulas de leite em pó infantil.

“Milhões de bebês foram alimentados pela Nasa, esqueçam o Tang,” brincou Lockney. Outro item é um material criado para trajes espaciais que controla a temperatura. Esse material que esfria o corpo está agora em meias, roupas para esportes de aventura e até mesmo em alguns ternos.

O cirurgião Michael DeBakey ajudou a desenvolver uma pequena bomba cardíaca, feita para pacientes que precisam de transplantes. A engenhoca é baseada nos fluidos que se movem pelos motores principais do ônibus espacial. O dispositivo já foi implantado em algumas centenas de pacientes.

A agência também desenvolveu uma ferramenta para bombeiros. Ela resgata vítimas de acidentes sem precisar de energia elétrica. O combustível dos foguetes do ônibus espacial foi usado na criação de uma dispositivo que desativa minas terrestres com segurança.

Para Yong, a ciência do ônibus espacial é ideal. Os astronautas se familiarizavam tanto com os experimentos que precisavam conduzir que se tornaram pesquisadores de verdade, algumas vezes até adaptando a pesquisa e melhorando seus resultados. Muitas vezes, eles eram coautores dos estudos publicados pelos professor do MIT. “É assim que ciência deve ser feita”.

Tecnologia

Qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026?

02/06/2026 10h17

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A pergunta que norteia os departamentos de compras, RH e segurança do trabalho mudou. Antigamente a maior preocupação era o controle de acesso, hoje em dia é em como organizar todos os dados. E esse movimento acompanha a digitalização acelerada do setor.

Hoje, tendências da gestão de terceiros apontam que 67% das empresas utilizam plataformas eletrônicas para gerir seus parceiros e fortalecer rotinas de compliance de terceiros, e 46% já aplicam Business Intelligence (BI) para apoiar suas escolhas estratégicas. Diante dessa mudança, a escolha de um software de gestão de terceiros deixou de depender apenas da quantidade de recursos disponíveis e passou a considerar a velocidade operacional e a capacidade de integração.

Gestão de terceiros entra em uma nova fase: menos controle manual e mais inteligência operacional

O mercado corporativo atravessa uma transição nítida. O modelo antigo, pautado em planilhas e documentos dispersos que geravam processos lentos, perdeu sustentabilidade. Hoje, a prioridade é a integração entre as áreas de RH, Segurança do Trabalho (SST), Compras e Jurídico em operações de gestão de terceiros industrial, permitindo um acompanhamento contínuo e centralizado das informações.

Empresas de médio e grande porte buscam previsibilidade. Dados recentes apontam que 80% das empresas já possuem estruturas formais para essa gestão, o que faz com que sistemas voltados apenas ao armazenamento passivo de documentos percam espaço para plataformas que auxiliam na tomada de decisão. O objetivo agora é reduzir riscos trabalhistas, ampliar o controle de terceiros e evitar acidentes por meio de dados em tempo real.

Por que a BMS Tecnologia passou a ser associada ao perfil de solução buscado pelas empresas em 2026

Ao avaliar o mercado em 2026, percebe-se que as empresas deixaram de comprar apenas tecnologia para adquirir agilidade operacional. Com isso, a BMS Tecnologia se consolidou como uma referência ao oferecer o BMS Integra, um software de gestão de terceiros que inverte a lógica de sistemas pesados e burocráticos. A plataforma foca em resolver questões práticas que travam o dia a dia das indústrias e cooperativas. Alguns pontos que fazem com que a plataforma se destaque:

  • Facilidade de uso: Sistemas complexos geram atrasos e resistência. Quando o prestador de serviço encontra dificuldades para subir uma documentação ou concluir etapas de qualificação de fornecedores, a aprovação atrasa e a operação para. Plataformas que priorizam a experiência do usuário ganharam destaque, por este motivo, o sistema da BMS Tecnologia registra índices de aceitação de 97% entre clientes e prestadores, provando que a simplicidade é essencial.
  • Tempo de implantação: Em um mercado que exige rapidez, projetos de implementação que duram meses podem gerar mais prejuízos que vantagens. Soluções com go-live acelerado ganharam a preferência do setor industrial e agroindustrial.
  • Suporte operacional: Equipes internas de SST e RH estão sobrecarregadas. Por isso, o suporte que atende diretamente o prestador de serviço reduz o volume de demandas internas e agiliza a conformidade.

Por que integração e automação deixaram de ser diferenciais

Em 2026, a integração com ERPs e sistemas de controle de acesso é uma necessidade básica. Cerca de 42% das empresas já operam com integração parcial ou total entre suas plataformas corporativas. A automação de alertas de vencimento e fluxos de aprovação digital elimina o erro humano, reduz retrabalho e fortalece a segurança do trabalho terceirizados.

Em operações complexas, como as de autopeças ou grandes cooperativas, a substituição de processos presenciais por fluxos digitais reduziu drasticamente as filas em portarias e os atrasos em paradas de manutenção. O BMS Integra segue essa linha ao reunir módulos integrados que permitem a gestão de documentos de segurança e documentos solidários (RH) em um só lugar, garantindo que o terceiro só acesse a planta se estiver 100% regular.

Entre dezenas de opções, quais características aproximam um sistema do que o mercado procura?

O software adequado em 2026 é aquele que se adapta à realidade de diferentes setores, seja na indústria farmacêutica ou no agronegócio. A personalização e a transparência comercial, com precificação clara por faixas de terceiros ativos, tornaram-se fundamentais para o planejamento orçamentário.
Com mais de uma centena de projetos implementados, algumas plataformas passaram a priorizar estruturas adaptáveis em vez de modelos engessados. A segurança da informação também subiu de patamar, exigindo conformidade rigorosa com a LGPD e certificações como a ISO 27001, garantindo que os dados sensíveis de saúde ocupacional estejam protegidos.

O veredito: menos burocracia e mais rapidez

A resposta para qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026 não reside na ferramenta com a maior lista de funcionalidades, mas naquela que reduz atritos. O sistema ideal é o que acelera processos, garante a conformidade legal para evitar multas e acompanha a dinâmica do dia a dia.

Em um momento em que a gestão de terceiros atua como fonte de inteligência, plataformas que unem rapidez, integração e suporte tendem a dominar o mercado. Dentre as soluções disponíveis, a BMS Tecnologia aparece alinhada às mudanças que definiram o setor, transformando a segurança e a conformidade em processos simplificados e garantidos.

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