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Honda CB4X deve se tornar um modelo de produção e como ficou o mercado no mês passado
18/05/2020 19:30 - Edmundo Dantas/AutoMotrix


Na real

Depois de chamar a atenção como moto-conceito no estande da Honda no Salão de Milão do ano passado, a CB4X deve se tornar um modelo de produção. Pelo menos é o que indicam os registros de patentes feitos pela marca japonesa na Europa. Desenvolvida sob o tema “diversão sete dias por semana”, a CB4X nasceu nas pranchetas do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda em Roma (Itália), combinando elementos de motos esportivas e touring. O conceito deve dar origem a uma nova aventureira esportiva com quatro cilindros, baseada no motor de 649 cm³ e 95 cavalos de potência da linha CB 650. O mero registro do design não significa que o modelo será lançado, mas a CB4X leva todo o jeito de estrear em breve no nicho crossover, mesclando elementos de esportivas com o conforto de motos trail, e tem crescido em todo o mundo.  

 
 

Despencou geral

Março já tinha sido um mês bem ruim no mercado brasileiro de motocicletas, por ter sido parcialmente afetado pelo isolamento social causado pela pandemia da Covid-19, mas abril foi pior. Os números de emplacamentos de motocicletas zero-quilômetro caíram fortemente, segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De acordo com a entidade, abril registrou apenas 28.256 emplacamentos. Na comparação com março, a queda foi de nada menos de 62,5%. No terceiro mês do ano, foi registrada a comercialização de 75.394 unidades. Na comparação com abril de 2019, que teve 93.380 emplacamentos, a queda foi de 69,7%. No acumulado de vendas de 2020 até abril, foram registrados 275.174 emplacamentos. Na comparação com igual período de 2019, com 352.099 unidades, a retração foi de 21,8%. Para se ter uma ideia da dimensão dessa queda, a Honda registrou em abril 22.870 unidades vendidas no total. Esse é o número de vendas mensais habitual da campeã de vendas CG 160, que em abril emplacou apenas 7.882 unidades.

 

Linhas que matam

Para os motociclistas, o perigo pode vir do céu, principalmente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos, nas periferias e perto de rodovias. Nessas regiões, muitos jovens e crianças, que, em virtude do fechamento das escolas causado pela pandemia do coronavírus, estão nas ruas soltando pipa. O uso do cerol em linhas de pipas, a conhecida mistura entre cola e vidro, é proibida em muitos Estados. Tais linhas podem causar ferimentos graves nos pilotos. Um importante aliado dos motociclistas (profissionais ou não) é o uso das tradicionais antenas corta-pipa, que custam de R$ 10 a R$ 50. Outra opção é o protetor de pescoço, que em sua fabricação usa neoprene e cabos de aço flexíveis. No protetor, os preços variam de R$ 50 a R$ 80. (colaborou Aldo Tizzani/“MinutoMotor”)

 
 

Sempre “esperta

Para enfrentar a pandemia do coronavírus, alguns serviços essenciais são feitos por motociclistas, incluindo policiais, socorristas, motofretistas e entregadores de delivery. Há ainda médicos e enfermeiros que vão para seus locais de trabalho em duas rodas. para quem não faz parte dessa “tropa de elite”, o que fazer para manter a moto “viva” na garagem e pronta para a próxima aventura? Em tempos de isolamento social, confira as dicas:

1) Deixar a moto no cavalete central. Pneu murcho apoiado no chão pode causar deformidades na banda de rodagem. 

2) Se a “motoca” for carburada, fechar a torneira de combustível. Deixar a moto ligada até esgotar a gasolina e o motor “apagar”. Assim, o carburador estará seco, reduzindo o risco de entupimento do sistema com combustível estragado.

3) Se a moto estiver equipada com injeção eletrônica, o recomendado é ligar uma vez por semana. Dessa forma, o combustível circulará. Além do combustível, moto ligada mantém a lubrificação do motor. Em função dos procedimentos anteriores, a bateria também não se descarregará.

4) Ao ligar a moto, manter a aceleração por alguns instantes. Repetir o procedimento algumas vezes. Marcha-lenta não carrega a bateria.

5) Lubrificar a corrente.

6) Aproveitar o tempo de isolamento social para deixar jaqueta, calça, luvas e botas ao Sol. Uma lavagem é o ideal. Normalmente, basta retirar as proteções e colocar os equipamentos na máquina de lavar com sabão neutro. 

7) Cuidado especial também com o capacete: limpar bem a viseira (com álcool) e o casco, que pode receber até cera automotiva. Aproveitar para lavar o forro. Atenção: capacete não se compartilha, principalmente em tempos de coronavírus. (colaborou Aldo Tizzani/“MinutoMotor”)

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!